Cortes do governo Temer vão interromper atividades da Ufal

A redução de mais de R$ 23 milhões  no orçamento de custeio e capital da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) traz como perspectiva a interrupção de atividade essenciais à instituição; problema poderá levar à precarização dos serviços que são ofertados pela universidade; há a possibilidade real de cortes em diárias e passagens, bem como de serviços terceirizados, entre outros

A redução de mais de R$ 23 milhões  no orçamento de custeio e capital da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) traz como perspectiva a interrupção de atividade essenciais à instituição; problema poderá levar à precarização dos serviços que são ofertados pela universidade; há a possibilidade real de cortes em diárias e passagens, bem como de serviços terceirizados, entre outros
A redução de mais de R$ 23 milhões  no orçamento de custeio e capital da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) traz como perspectiva a interrupção de atividade essenciais à instituição; problema poderá levar à precarização dos serviços que são ofertados pela universidade; há a possibilidade real de cortes em diárias e passagens, bem como de serviços terceirizados, entre outros (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A redução em R$ 23.411.897 no orçamento de custeio e capital da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a perspectiva de interrupção de atividade essenciais à instituição são duas das razões pelas quais a reitora Valéria Correia ratifica a nota da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

"Rejeição veemente à retirada de orçamento da Universidade, o que impacta na oferta de ensino público, gratuito e de qualidade e na produção científica do país", disparou a reitora. Em números absolutos, o orçamento para manutenção da máquina despencou 17,52%, de R$ 133.642.892 (2016) para R$ 110.230.995 (2017).

Em consequência da redução de recursos, estão previstos cerca de R$ 552 mil reais para investimentos em 2018. O montante é pouco mais de R$ 14 milhões inferior aos R$ 16 milhões previstos para investimentos em 2017, segundo informação da assessoria de imprensa da maior universidade pública de Alagoas.

"Esse problema poderá levar à precarização dos serviços que são ofertados pela universidade. Há a possibilidade real de cortes em diárias e passagens, bem como de serviços terceirizados", avisa a reitora da Ufal. Em alguns setores, apurou a Gazetaweb, já há racionamento até mesmo de água potável.

A reitora Valéria Correia alerta, em nota enviada à Gazetaweb, que o cenário é de inviabilidade na aquisição de livros e de equipamentos para laboratórios e de softwares. A continuidade das obras em andamento e já contratadas por meio de processo licitatório também podem ser afetada.

O desabastecimento de equipamentos e mobiliários para os laboratórios de pesquisa, bem como de materiais pedagógicos - essenciais nas atividades de ensino e pesquisa -, além do impedimento do funcionamento de dois restaurantes universitários (campi Arapiraca e Sertão), também podem se confirmar em breve.

Diante da relevância das Universidades Federais para a fortalecimento do ensino universitário no país, Valéria avisa: "É hora de a sociedade abraçar as Universidades e defender seu financiamento integral, pois, elas são patrimônio da população alagoana e brasileira".

Com gazetaweb.com

Alagoas 247 - A redução em R$ 23.411.897 no orçamento de custeio e capital da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a perspectiva de interrupção de atividade essenciais à instituição são duas das razões pelas quais a reitora Valéria Correia ratifica a nota da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

 

"Rejeição veemente à retirada de orçamento da Universidade, o que impacta na oferta de ensino público, gratuito e de qualidade e na produção científica do país", disparou a reitora. Em números absolutos, o orçamento para manutenção da máquina despencou 17,52%, de R$ 133.642.892 (2016) para R$ 110.230.995 (2017).

 

Em consequência da redução de recursos, estão previstos cerca de R$ 552 mil reais para investimentos em 2018. O montante é pouco mais de R$ 14 milhões inferior aos R$ 16 milhões previstos para investimentos em 2017, segundo informação da assessoria de imprensa da maior universidade pública de Alagoas.

 

"Esse problema poderá levar à precarização dos serviços que são ofertados pela universidade. Há a possibilidade real de cortes em diárias e passagens, bem como de serviços terceirizados", avisa a reitora da Ufal. Em alguns setores, apurou a Gazetaweb, já há racionamento até mesmo de água potável.

 

A reitora Valéria Correia alerta, em nota enviada à Gazetaweb, que o cenário é de inviabilidade na aquisição de livros e de equipamentos para laboratórios e de softwares. A continuidade das obras em andamento e já contratadas por meio de processo licitatório também podem ser afetada.

 

O desabastecimento de equipamentos e mobiliários para os laboratórios de pesquisa, bem como de materiais pedagógicos - essenciais nas atividades de ensino e pesquisa -, além do impedimento do funcionamento de dois restaurantes universitários (campi  Arapiraca e Sertão), também podem se confirmar em breve.

 

Diante da relevância das Universidades Federais para a fortalecimento do ensino universitário no país, Valéria avisa: "É hora de a sociedade abraçar as Universidades e defender seu financiamento integral, pois, elas são patrimônio da população alagoana e brasileira".

Com gazetaweb.com

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