Covas Neto defende que PSDB não dispute governo de São Paulo

O vereador Mário Covas Neto, filho de uma das maiores lideranças da história do partido, defendeu que o PSDB deveria abrir mão de ter candidato e apoiar o vice-governador Márcio França (PSB-SP) para a sucessão de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo; é a primeira vez que uma liderança diz abertamente que o PSDB não precisa ter candidato ao governo de SP. "Não há partido eterno no poder. Isso é ilusão", diz Neto

O vereador Mário Covas Neto, filho de uma das maiores lideranças da história do partido, defendeu que o PSDB deveria abrir mão de ter candidato e apoiar o vice-governador Márcio França (PSB-SP) para a sucessão de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo; é a primeira vez que uma liderança diz abertamente que o PSDB não precisa ter candidato ao governo de SP. "Não há partido eterno no poder. Isso é ilusão", diz Neto
O vereador Mário Covas Neto, filho de uma das maiores lideranças da história do partido, defendeu que o PSDB deveria abrir mão de ter candidato e apoiar o vice-governador Márcio França (PSB-SP) para a sucessão de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo; é a primeira vez que uma liderança diz abertamente que o PSDB não precisa ter candidato ao governo de SP. "Não há partido eterno no poder. Isso é ilusão", diz Neto (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - O vereador Mário Covas Neto, filho de uma das maiores lideranças da história do partido, defendeu que o PSDB deveria abrir mão de ter candidato e apoiar o vice-governador Márcio França (PSB-SP) para a sucessão de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo.

É a primeira vez que uma liderança diz abertamente que o PSDB não precisa ter candidato ao governo de SP. "Não há partido eterno no poder. Isso é ilusão", diz Neto à colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo

Segundo o tucano, o apoio a França, que assumirá o governo no lugar de Alckmin em 2018 e pretende concorrer à reeleição, seria "recuar um passo [abrindo mão de candidato próprio] para avançarmos dois à frente", fortalecendo a candidatura presidencial de Alckmin.

"O governador precisa ter palanque único e forte em SP, com uma aliança ampla. Assim como somos apoiados, temos que aprender a apoiar [outras legendas]", diz.

Boa parte das lideranças tucanas tem dito que o partido não pode abrir mão de ter candidato próprio em SP. Um dos nomes aventados seria o de João Doria. "Querem empurrá-lo. Mas ele já disse que fica na prefeitura, e eu o apoio", diz Covas Neto.

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