Crise da Petrobras gerou 18 mil demissões no RS

Segundo a senadora Ana Amélia (PP-RS), as empresas do Polo Naval de Rio Grande enfrentam dificuldades e tiveram que dispensar 18 mil trabalhadores, situação que também provocará a perda de empregos indiretos; ela também citou o prejuízo crescente dos produtores do Estado com a greve dos caminhoneiros

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária.

Em discurso, senadora  Ana Amélia (PP-RS). 

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Em discurso, senadora Ana Amélia (PP-RS). Foto: Moreira Mariz/Agência Senado (Foto: Roberta Namour)

Agência Senado - A senadora Ana Amélia (PP-RS) chamou atenção para as consequências econômicas e sociais da crise na Petrobras sobre a indústria naval de seu estado. Segundo Ana Amélia, as empresas do Polo Naval de Rio Grande enfrentam dificuldades e tiveram que dispensar 18 mil trabalhadores, situação, que, conforme salientou, também provocará a perda de empregos indiretos. A senadora leu manifesto dos trabalhadores da região, que relataram um momento de grande apreensão e pediram o apoio de líderes políticos para a solução da crise.

Ana Amélia também manifestou esperança de que o governo use de habilidade para dar fim à paralisação dos caminhoneiros. A senadora citou o prejuízo crescente dos produtores do Rio Grande do Sul, onde, segundo ela, o desabastecimento de combustível afeta vários setores, o leite está se deteriorando por falta de transporte e falta ração para os animais. Ana Amélia lamentou o agravamento dos conflitos entre polícia e caminhoneiros em seu estado, onde as ações para desbloqueio de rodovias resultaram em prisões, feridos e um morto. Ela também negou qualquer intenção de insuflar os protestos dos transportadores de cargas.

— Em todos os momentos eu estive ao lado do entendimento, do diálogo, da construção de uma saída com responsabilidade — afirmou a senadora.

 

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