Cunha volta a ser vaiado: “machista, corrupto”

Três dias depois de ter sido vaiado em São Paulo, presidente da Câmara é recebido aos gritos de "fora, Cunha" na abertura do fórum sobre reforma política na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; militantes que defendem a causa LGBT promoviam um "apitaço", e alguns integrantes do grupo entoavam gritos como "não, não me representa, não" e "Cunha, seu machista, tu és corrupto e ainda moralista"

Três dias depois de ter sido vaiado em São Paulo, presidente da Câmara é recebido aos gritos de "fora, Cunha" na abertura do fórum sobre reforma política na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; militantes que defendem a causa LGBT promoviam um "apitaço", e alguns integrantes do grupo entoavam gritos como "não, não me representa, não" e "Cunha, seu machista, tu és corrupto e ainda moralista"
Três dias depois de ter sido vaiado em São Paulo, presidente da Câmara é recebido aos gritos de "fora, Cunha" na abertura do fórum sobre reforma política na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; militantes que defendem a causa LGBT promoviam um "apitaço", e alguns integrantes do grupo entoavam gritos como "não, não me representa, não" e "Cunha, seu machista, tu és corrupto e ainda moralista" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi recebido na manhã desta segunda-feira (30) com vaias e xingamentos na abertura do fórum sobre reforma política na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Militantes que defendem a causa LGBT promoviam um "apitaço", e alguns integrantes do grupo entoavam gritos como "fora, Cunha", "não, não me representa, não" e "Cunha, seu machista, tu és corrupto e ainda moralista". É a segunda vez em quatro dias que o deputado é vaiado. Na sexta-feira (27), Cunha também foi xingado na Assembleia Legislativa de São Paulo, quando os manifestantes foram retirados da galeria do plenário.

O presidente da Assembleia gaúcha, deputado Edson Brum (PMDB), pediu para que os militantes cessassem com os protestos, mas, como os ativistas continuaram protestando.

O vice-presidente da República, Michel Temer, e o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ambos do PMDB, também compõem a mesa de debate. Na parte da tarde, é esperada a participação do ministro da Secretaria-geral da República, Miguel Rossetto.

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