CUT-RS critica projeto de Sartori: “Lugar do Exército é nos quartéis”

A CUT-RS criticou o projeto do governo José Ivo Sartori “Exército nas Escolas”, que prevê atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio; segundo a CUT-RS, a iniciativa lembra os tempos sombrios da ditadura militar (1964-1985), quando havia a disciplina “Educação, Moral e Cívica” e os feitos dos generais eram exaltados nas salas de aula; presidente da entidade, Claudir Nespolo diz que “Não é função dos militares ensinar princípios e valores para os nossos jovens nas escolas. O que necessitamos é de concursos públicos para termos mais professores e precisamos de valorização e qualificação para os educadores”

A CUT-RS criticou o projeto do governo José Ivo Sartori “Exército nas Escolas”, que prevê atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio; segundo a CUT-RS, a iniciativa lembra os tempos sombrios da ditadura militar (1964-1985), quando havia a disciplina “Educação, Moral e Cívica” e os feitos dos generais eram exaltados nas salas de aula; presidente da entidade, Claudir Nespolo diz que “Não é função dos militares ensinar princípios e valores para os nossos jovens nas escolas. O que necessitamos é de concursos públicos para termos mais professores e precisamos de valorização e qualificação para os educadores”
A CUT-RS criticou o projeto do governo José Ivo Sartori “Exército nas Escolas”, que prevê atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio; segundo a CUT-RS, a iniciativa lembra os tempos sombrios da ditadura militar (1964-1985), quando havia a disciplina “Educação, Moral e Cívica” e os feitos dos generais eram exaltados nas salas de aula; presidente da entidade, Claudir Nespolo diz que “Não é função dos militares ensinar princípios e valores para os nossos jovens nas escolas. O que necessitamos é de concursos públicos para termos mais professores e precisamos de valorização e qualificação para os educadores” (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - A Central Única dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul (CUT-RS) criticou o projeto do governo José Ivo Sartori “Exército nas Escolas”, que prevê atividades das Forças Armadas para estudantes de ensino médio. Segundo a CUT-RS, a iniciativa lembra os tempos sombrios da ditadura militar (1964-1985), quando havia a disciplina “Educação, Moral e Cívica” e os feitos dos generais eram exaltados nas salas de aula.

“O papel do Exército não é ir para dentro das escolas”, reagiu indignado o presidente da entidade, Claudir Nespolo. “O lugar do Exército é nos quartéis, é cuidar melhor das fronteiras do Brasil. Não é função dos militares ensinar princípios e valores para os nossos jovens nas escolas. O que necessitamos é de concursos públicos para termos mais professores e precisamos de valorização e qualificação para os educadores”, acrescentou.

A presidente do CPERS/Sindicato, Helenir Aguiar Schürer, disse ter ficado “estupefata” ao tomar conhecimento da proposta. “Estamos muito preocupados, quando vemos o Estado buscar militares e não professores para ensinar os alunos”, afirmou. Segundo Helenir, “tal projeto é um retrocesso e demonstra a irresponsabilidade do governo Sartori com a educação pública”.

A sindicalista informou que o CPERS já pediu uma audiência com o secretário da Educação (Seduc), Ronald Krummenauer, para debater a questão.

De acordo com nota publicada na página da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), o acordo referente ao projeto tem como propósito “contribuir para o fortalecimento de valores fundamentais para a formação da cidadania e o desenvolvimento dos alunos da rede pública estadual”.

O presidente da CUT-RS avaliou que esse projeto significa mais uma jogada do governo Sartori para desviar as atenções dos educadores e da sociedade e enfraquecer a resistência do CPERS às PECs do pacotaço que ainda não votadas na Assembleia Legislativa.

“Temos que continuar unidos e mobilizados no segundo semestre para barrar as propostas do governo Sartori, que retiram direitos dos servidores e precarizam os serviços públicos. Precisamos seguir combatendo o parcelamento e o arrocho salarial que massacram o poder de compra dos servidores e atentam contra a dignidade da pessoa humana”, enfatizou Claudir.

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