CUT-TO: ‘não podemos assistir a retrocessos’

Centrais sindicais se unem nesta quinta-feira (22) em mobilização contra o pacote de maldades que tramita no Congresso; segundo a CUT-TO, "o governo que se instalou no País de forma antidemocrática defende jornada de 12 horas diárias, apoia a terceirização sem limites, contratos de trabalho em que a negociação com o patrão, muitas vezes a parte mais forte, seja mais importante que a lei, além de mais tempo de trabalho para poder se aposentar"; presidente da CUT-TO, José Roque diz que "não podemos ficar assistindo este retrocesso de braços cruzados, ou a gente vai pra rua se manifestar ou vamos pagar pra vê. A CUT não se omitirá desta defesa, nós estamos na luta"

Centrais sindicais se unem nesta quinta-feira (22) em mobilização contra o pacote de maldades que tramita no Congresso; segundo a CUT-TO, "o governo que se instalou no País de forma antidemocrática defende jornada de 12 horas diárias, apoia a terceirização sem limites, contratos de trabalho em que a negociação com o patrão, muitas vezes a parte mais forte, seja mais importante que a lei, além de mais tempo de trabalho para poder se aposentar"; presidente da CUT-TO, José Roque diz que "não podemos ficar assistindo este retrocesso de braços cruzados, ou a gente vai pra rua se manifestar ou vamos pagar pra vê. A CUT não se omitirá desta defesa, nós estamos na luta"
Centrais sindicais se unem nesta quinta-feira (22) em mobilização contra o pacote de maldades que tramita no Congresso; segundo a CUT-TO, "o governo que se instalou no País de forma antidemocrática defende jornada de 12 horas diárias, apoia a terceirização sem limites, contratos de trabalho em que a negociação com o patrão, muitas vezes a parte mais forte, seja mais importante que a lei, além de mais tempo de trabalho para poder se aposentar"; presidente da CUT-TO, José Roque diz que "não podemos ficar assistindo este retrocesso de braços cruzados, ou a gente vai pra rua se manifestar ou vamos pagar pra vê. A CUT não se omitirá desta defesa, nós estamos na luta" (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - Centrais sindicais se unem nesta quinta-feira (22) em mobilização contra o pacote de maldades que tramita no Congresso Nacional. Segundo a Central Única dos Trabalhadores no Tocantins (CUT-TO), "o governo que se instalou no País de forma antidemocrática defende jornada de 12 horas diárias, apoia a terceirização sem limites, contratos de trabalho em que a negociação com o patrão, muitas vezes a parte mais forte, seja mais importante que a lei, além de mais tempo de trabalho para poder se aposentar".

As manifestações são organizadas pela frentes Brasil Popular e Brasil Sem Medo, com passeata em todos os estados. Segundo o presidente da CUT-TO, José Roque, “precisamos nos unir pela defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as tão duramente conquistados". "Não podemos ficar assistindo este retrocesso de braços cruzados, ou a gente vai pra rua se manifestar ou vamos pagar pra vê. A CUT não se omitirá desta defesa, nós estamos na luta”, disse.

O presidente da CUT nacional, Vagner Freitas, afirmou que esta quinta (22) é “fundamental para acordamos quem ainda não entendeu que o golpe é contra o povo que avançou em direitos e conquistas na última década”.

 No Tocantins, o ato público será realizado às 16h, na Avenida JK, com concentração próxima ao Colégio São Francisco, em Palmas.

 

 

 

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