Datafolha corta as asas e mata ambições de Doria

Além de confirmar que o ex-presidente Lula é praticamente imbatível, a nova pesquisa Datafolha tem também um efeito colateral importante: ela praticamente mata a candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria Júnior; no cenário com Lula, Doria tem apenas 8%, percentual idêntico ao do governador Geraldo Alckmin; sem Lula, Doria cresce pouco e vai a 10% – novamente, o mesmo índice de seu padrinho; se isso não bastasse, nas simulações de segundo turno, seu desempenho é pior do que o do governador paulista; ou seja: Doria terá agora que se dedicar ao que menos gosta, que é cuidar dos buracos de rua, dos semáforos quebrados e da sujeira que se acumula em São Paulo

Além de confirmar que o ex-presidente Lula é praticamente imbatível, a nova pesquisa Datafolha tem também um efeito colateral importante: ela praticamente mata a candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria Júnior; no cenário com Lula, Doria tem apenas 8%, percentual idêntico ao do governador Geraldo Alckmin; sem Lula, Doria cresce pouco e vai a 10% – novamente, o mesmo índice de seu padrinho; se isso não bastasse, nas simulações de segundo turno, seu desempenho é pior do que o do governador paulista; ou seja: Doria terá agora que se dedicar ao que menos gosta, que é cuidar dos buracos de rua, dos semáforos quebrados e da sujeira que se acumula em São Paulo
Além de confirmar que o ex-presidente Lula é praticamente imbatível, a nova pesquisa Datafolha tem também um efeito colateral importante: ela praticamente mata a candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria Júnior; no cenário com Lula, Doria tem apenas 8%, percentual idêntico ao do governador Geraldo Alckmin; sem Lula, Doria cresce pouco e vai a 10% – novamente, o mesmo índice de seu padrinho; se isso não bastasse, nas simulações de segundo turno, seu desempenho é pior do que o do governador paulista; ou seja: Doria terá agora que se dedicar ao que menos gosta, que é cuidar dos buracos de rua, dos semáforos quebrados e da sujeira que se acumula em São Paulo (Foto: Leonardo Attuch)

SP 247 – O projeto presidencial de João Doria Júnior, prefeito de São Paulo, morreu antes mesmo de começar. É o que mostra a pesquisa Datafolha deste domingo, que também aponta o ex-presidente Lula como um nome praticamente imbatível (confira aqui).

A pesquisa praticamente mata a candidatura Doria porque detona seu argumento de que o candidato tucano teria que ser escolhido por meio de pesquisas. Doria abandonou a cidade, viajou pelo Brasil para tentar viabilizar sua candidatura, mas nada disso serviu para torná-lo popular.

Ao contrário. No cenário com Lula, Doria tem apenas 8%, percentual idêntico ao do governador Geraldo Alckmin. Sem Lula, Doria cresce pouco e vai a 10% – novamente, o mesmo índice de seu padrinho.

Se isso não bastasse, nas simulações de segundo turno, seu desempenho é pior do que o do governador paulista. Lula vence Alckmin por 46% a 32% e derrota Doria por 48% a 32%. O deputado Jair Bolsonaro também teria mais facilidade para vencer Doria do que que Alckmin.

Ou seja: Doria terá agora que se dedicar ao que menos gosta, que é cuidar dos buracos de rua, dos semáforos quebrados e da sujeira que se acumula em São Paulo.

Abaixo, reportagem da Reuters sobre a pesquisa:

SÃO PAULO (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua na liderança de possíveis cenários para corrida presidencial de 2018, com pelo menos 35 por cento das intenções de voto em primeiro turno, mostrou nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado.

Condenado em primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro, Lula aparece como vencedor em um eventual segundo turno, com exceção de uma disputa hipotética contra o próprio Moro. Os dois têm empate técnico, segundo o site do jornal Folha de S.Paulo.

O levantamento ainda aponta o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) empatados em segundo lugar, com ele oscilando entre 16 e 17 por cento e ela entre 13 e 14 por cento em eventual disputa com o ex-presidente.

Conforme o Datafolha, tanto o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin , quanto o prefeito da capital paulista, João Dória, ambos do PSDB, atingem 8 por cento das intenções de voto em um cenário que inclui Lula, Bolsonaro e Marina como adversários.

Em um segundo turno, o ex-presidente pela primeira vez leva vantagem sobre todos os concorrentes, exceto Moro. Na pesquisa divulgada em junho, Lula já tinha mais intenções de votos que seus principais adversários, mas empatava com Marina e o juiz federal em um segundo turno.

A candidatura do ex-presidente pode ser inviabilizada caso ele seja condenado em segunda instância. Neste caso, 26 por cento disseram que votariam com certeza em alguém indicado por ele, mostrou o Datafolha.

A pesquisa completa será publicada na edição de domingo do jornal Folha de S.Paulo.

O levantamento, realizado nos dias 27 e 28 de setembro, ouviu 2.772 pessoas em 194 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


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