DCM abre sua série sobre como Doria fez sua fortuna

"Se quiser continuar na campanha para presidência da República, como fez nesta segunda-feira em Porto Alegre, com um discurso de candidato anti-Lula, o prefeito de São Paulo, João Doria, precisa correr para apagar registros de um passado que o deixa mal com o eleitorado do Nordeste brasileiro", anuncia Joaquim de Carvalho, que assina a série do Diário do Centro do Mundo que revela "como Doria ficou rico com o Lide, sua máquina de aproximar políticos de empresários"

Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), durante entrevista à Reuters 04/04/2017 2017. REUTERS/Nacho Doce
Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), durante entrevista à Reuters 04/04/2017 2017. REUTERS/Nacho Doce (Foto: Gisele Federicce)

247 - Uma série do Diário do Centro do Mundo (DCM), assinada por Joaquim de Carvalho, revelará como o prefeito de São Paulo, João Doria, "ficou rico com o Lide, sua máquina de aproximar políticos de empresários".

"Se quiser continuar na campanha para presidência da República, como fez nesta segunda-feira em Porto Alegre, com um discurso de candidato anti-Lula, o prefeito de São Paulo, João Doria, precisa correr para apagar registros de um passado que o deixa mal com o eleitorado do Nordeste brasileiro", começa o jornalista.

"O Lide é a joia da coroa do império de João Doria, chamado de Grupo Doria (...). Quem conhece Doria desde a sua presidência na Paulistur, na década de 80, diz que ele sempre teve jeito de rico. Mas a realidade é que sua fortuna (no sentido milionário do termo) só decolou mesmo a partir da criação do Lide, em 2003", conta.

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