DCM: Aécio chorou em “encontro” em Minas. Não pelo que fez ao Brasil, mas a si mesmo

Jornalista Kiko Nogueira diz, no Diario do Centro do Mundo, que "o momento mais patético" do encontro de Aécio Neves (PSDB-MG) em uma fazenda de Minas "foi a homenagem prestada por um sujeito tocando “Amigo”, de Roberto e Erasmo Carlos, ao saxofone". "Aécio abraça o músico, chorando, enquanto o outro sopra a melodia", afirma; Ninguém vai chorar por Aécio"

DCM: Aécio chorou em “encontro” em Minas. Não pelo que fez ao Brasil, mas a si mesmo
DCM: Aécio chorou em “encontro” em Minas. Não pelo que fez ao Brasil, mas a si mesmo

247 - "O famoso 'encontro' de Aécio Neves numa quebrada de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, em frente ao motel Dallas, realmente existiu e não era um convite para uma rave clandestina. A assessoria do candidato se encarregou de postar fotos e vídeos do convescote nas redes sociais", diz o jornalista Kiko Nogueira, no Diario do Centro do Mundo. "É o retrato melancólico de um sujeito que não aceitou o resultado das urnas e foi engolido pelo golpe que ajudou a engendrar. Hoje mal consegue andar sossegado em seu estado natal e vai se esgueirando por onde dá", afirma.

De acordo com o jornalista, "o momento mais patético foi a homenagem prestada por um sujeito tocando “Amigo”, de Roberto e Erasmo Carlos, ao saxofone". "Aécio abraça o músico, chorando, enquanto o outro sopra a melodia", afirma Nogueira. "Ninguém vai chorar por Aécio. É pedagógico ver o que restou de um sub Lacerda num churrascão. Por um instante ele parece merecedor de comiseração, até que você olha em volta e tropeça em sua obra".

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