DCM: Por que Doria não se fantasiou de bombeiro para combater o incêndio em Paraisópolis?

"Os moradores, deixados um bom tempo ao deus dará, tentaram apagar as chamas com baldes d'água", lembra o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, sobre o fogo que atingiu a favela nesta quarta-feira 1; "Ele Já se fantasiou de gari, jardineiro, operador de ar comprimido, cadeirante, o diabo — mas nem pensou em colocar a roupinha de bombeiro e correr para onde era realmente necessário", cobrou

"Os moradores, deixados um bom tempo ao deus dará, tentaram apagar as chamas com baldes d'água", lembra o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, sobre o fogo que atingiu a favela nesta quarta-feira 1; "Ele Já se fantasiou de gari, jardineiro, operador de ar comprimido, cadeirante, o diabo — mas nem pensou em colocar a roupinha de bombeiro e correr para onde era realmente necessário", cobrou
"Os moradores, deixados um bom tempo ao deus dará, tentaram apagar as chamas com baldes d'água", lembra o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, sobre o fogo que atingiu a favela nesta quarta-feira 1; "Ele Já se fantasiou de gari, jardineiro, operador de ar comprimido, cadeirante, o diabo — mas nem pensou em colocar a roupinha de bombeiro e correr para onde era realmente necessário", cobrou (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Um dia depois do incêndio que tomou os barracos da favela de Paraisópolis, deixando 300 famílias desabrigadas, o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, faz um questionamento ao prefeito de São Paulo: "Por que Doria não se fantasiou de bombeiro para combater o incêndio em Paraisópolis?"

"Os moradores, deixados um bom tempo ao deus dará, tentaram apagar as chamas com baldes d'água", lembra o jornalista sobre a tragédia. "Ele Já se fantasiou de gari, jardineiro, operador de ar comprimido, cadeirante, o diabo — mas nem pensou em colocar a roupinha de bombeiro e correr para onde era realmente necessário", cobrou.

O editor do DCM lembra que Doria foi até a maior favela de São Paulo durante sua campanha, acompanhado do governador Geraldo Alckmin, onde posou para fotos que mostraram seu "desconforto patente". Em outubro, sua mulher, a artista plástica Bia Doria, assim se referiu à comunidade da zona sul da capital paulista: "ali é a Etiópia".

"Essa é a natureza de seu estilo populista. Muito barulho e muita espuma onde isso não é necessário, mas rende um videozinho para o Facebook", escreve Kiko Nogueira. Leia aqui a íntegra.

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