Delação de Valério deve atingir Aécio e Clésio

O foco principal da delação premiada de Marcos Valério, inventor dos mensalões mineiro e federal, é a delação premiada do ex-senador Delcídio Amaral, em que ele acusou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de pedir mais prazo, na CPI dos Correios, para que fossem entregues as informações do Banco Rural, para "maquiar" a contabilidade; além de Aécio, Valério deve envolver ainda o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), que foi outro parlamentar pró-impeachment; com a delação complementar à de Delcídio, Valério, que já passou três anos preso, espera obter o semi-aberto ou o direito à prisão domiciliar

O foco principal da delação premiada de Marcos Valério, inventor dos mensalões mineiro e federal, é a delação premiada do ex-senador Delcídio Amaral, em que ele acusou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de pedir mais prazo, na CPI dos Correios, para que fossem entregues as informações do Banco Rural, para "maquiar" a contabilidade; além de Aécio, Valério deve envolver ainda o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), que foi outro parlamentar pró-impeachment; com a delação complementar à de Delcídio, Valério, que já passou três anos preso, espera obter o semi-aberto ou o direito à prisão domiciliar
O foco principal da delação premiada de Marcos Valério, inventor dos mensalões mineiro e federal, é a delação premiada do ex-senador Delcídio Amaral, em que ele acusou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de pedir mais prazo, na CPI dos Correios, para que fossem entregues as informações do Banco Rural, para "maquiar" a contabilidade; além de Aécio, Valério deve envolver ainda o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), que foi outro parlamentar pró-impeachment; com a delação complementar à de Delcídio, Valério, que já passou três anos preso, espera obter o semi-aberto ou o direito à prisão domiciliar (Foto: Leonardo Attuch)

247 - A delação premiada de Marcos Valério, inventor dos mensalões mineiro e federal, deve atingir o senador tucano Aécio Neves e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG).

O foco do acordo de Valério é a delação premiada do ex-senador Delcídio Amaral, em que ele acusou Aécio de pedir mais prazo, na CPI dos Correios, para que fossem entregues as informações do Banco Rural para maquiar documentos.

Segundo ele, o próprio Aécio, na sede do governo de Minas, teria lhe dito que o tempo extra foi uma estratégia para “maquiar” os dados do Banco Rural que “atingiriam em cheio as pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais (na época)”.

Com a delação complementar à de Delcídio, Valério, que já passou três anos preso, espera obter o semi-aberto ou o direito à prisão domiciliar.

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