Delator-chave é excluído de petição contra Alckmin

O delator Luiz Bueno, peça-chave no suposto esquema de caixa dois da campanha do governador Geraldo Alckmin (PSDB) à reeleição em 2014, foi excluído da petição contra o tucano entregue ao STF (Supremo Tribunal Federal); então chefe da Odebrecht em São Paulo, Bueno teria sido o responsável por negociar o valor e organizar os repasses a um interlocutor de Alckmin em 2014, segundo relatos que integram a peça da PGR (Procuradoria-Geral da República)

São Paulo - O governador Geraldo Alckmin anunciou o adiamento da reorganização escolar, a coletiva foi realizada no Palácio dos Bandeirantes. (SECOM/ Gov.de SP)
São Paulo - O governador Geraldo Alckmin anunciou o adiamento da reorganização escolar, a coletiva foi realizada no Palácio dos Bandeirantes. (SECOM/ Gov.de SP) (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Considerado como peça-chave no suposto esquema de caixa dois da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2014, o delator Luiz Bueno não foi incluído na petição contra o governador de São Paulo entregue ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Então chefe da Odebrecht em São Paulo, Bueno teria sido o responsável por negociar o valor e organizar os repasses a um interlocutor de Alckmin em 2014, segundo relatos que integram a peça da PGR (Procuradoria-Geral da República).

As informações são de reportagem de Thais Bilenky na Folha de S.Paulo

"O ex-executivo da empreiteira foi apontado por dois outros delatores como o articulador da operação com Marcos Monteiro, hoje secretário do governo. A delação de Bueno está em sigilo.

Arnaldo Cumplido, então diretor de contrato da Odebrecht com a Linha 6 do Metrô de SP, afirmou aos procuradores que Bueno 'mandava cada programação com codinome e o valor'.

Segundo os delatores, Alckmin recebeu R$ 8,3 milhões em 2014 e R$ 2 milhões em 2010 não declarados.

O tucano nega. Diz que 'jamais' pediu recursos irregulares nem autorizou que o fizessem em seu nome."

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