Delegado mata a mulher juíza e se suicida logo depois em área nobre de SP

Mais um caso chocante de feminicídio: um delegado da Polícia Civil que atuava na Alesp matou a própria esposa, uma juíza do trabalho, e se matou em seguida na madrugada deste domingo (20), em São Paulo; crime ocorreu no apartamento do casal --um edifício de alto padrão localizado na rua Tucuna, na Pompeia, área nobre da zona oeste paulistana

Mais um caso chocante de feminicídio: um delegado da Polícia Civil que atuava na Alesp matou a própria esposa, uma juíza do trabalho, e se matou em seguida na madrugada deste domingo (20), em São Paulo; crime ocorreu no apartamento do casal --um edifício de alto padrão localizado na rua Tucuna, na Pompeia, área nobre da zona oeste paulistana
Mais um caso chocante de feminicídio: um delegado da Polícia Civil que atuava na Alesp matou a própria esposa, uma juíza do trabalho, e se matou em seguida na madrugada deste domingo (20), em São Paulo; crime ocorreu no apartamento do casal --um edifício de alto padrão localizado na rua Tucuna, na Pompeia, área nobre da zona oeste paulistana (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247  - Um delegado da Polícia Civil que atuava na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) matou a própria mulher, uma juíza do trabalho, e se matou em seguida na madrugada deste domingo (20), em São Paulo. O crime ocorreu no apartamento do casal --um edifício de alto padrão localizado na rua Tucuna, na Pompeia, área nobre da zona oeste paulistana.

De acordo com as informações da Polícia Militar, chamada por familiares das vítimas às 6h, o delegado deixou a filha de seis anos do casal no apartamento de parentes, no mesmo condomínio, antes do crime.

Segundo o boletim de ocorrência, o delegado, Cristian Sant'Ana Lanfredi, 42, estava afastado para tratamento de saúde. Ele teria se desentendido com a mulher, Claudia Zerati, 46, titular da 2ª Vara do Trabalho de Franco da Rocha (Grande São Paulo), ao se recusar a tomar o medicamento.

O relato foi feito à PM pela testemunha que é padrinho da filha do casal. Ele contou à polícia que havia ido ao apartamento das vítimas na noite anterior para cumprimentar o delegado pelo aniversário dele. Por volta das 4h30, a mulher da testemunha foi acordada por Lanfredi para ficar com a filha – porque teria se desentendido coma mulher, e ela, saído de casa.

A criança, no entanto, relatou aos padrinhos que os pais haviam brigado porque Lanfredi teria se recusado a tomar o medicamento. Ao chegar ao estacionamento e ver que os carros de ambos estavam lá, o padrinho da filha das vítimas acionou o porteiro, e, juntos, encontraram os dois mortos no quarto deles --ela, com um tiro na testa, e ele, com um disparo do lado direito da cabeça.

As informações são de reportagem do UOL

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