DEM ainda avalia composição com PMDB ou PP

O vice-governador e também presidente do DEM em Alagoas, José Thomaz Nonô, ainda avalia o cenário político para definir quem o partido vai apoiar; com dois pré-candidatos ligados ao governo tucano, o senador Benedito de Lira (PP) e o ex-secretário de Defesa Social Eduardo Tavares (PSDB), Nonô diz que está aberto a conversas e revela que manteve contatos com o PMDB

O vice-governador e também presidente do DEM em Alagoas, José Thomaz Nonô, ainda avalia o cenário político para definir quem o partido vai apoiar; com dois pré-candidatos ligados ao governo tucano, o senador Benedito de Lira (PP) e o ex-secretário de Defesa Social Eduardo Tavares (PSDB), Nonô diz que está aberto a conversas e revela que manteve contatos com o PMDB
O vice-governador e também presidente do DEM em Alagoas, José Thomaz Nonô, ainda avalia o cenário político para definir quem o partido vai apoiar; com dois pré-candidatos ligados ao governo tucano, o senador Benedito de Lira (PP) e o ex-secretário de Defesa Social Eduardo Tavares (PSDB), Nonô diz que está aberto a conversas e revela que manteve contatos com o PMDB (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Durante entrevista à TV Mar, na manhã desta quinta-feira (5), o vice-governador de Alagoas, José Thomaz Nonô (DEM), não descartou a possibilidade de ser vice do pré-candidato ao governo Benedito de Lira (PP). No entanto, Nonô ressaltou que nada está definido no cenário político e que dificilmente ele e Alexandre Toledo (PSB) vão disputar a única vaga ao Senado Federal.

Segundo ele, o Democratas manteve contatos com o PMDB e com PP na busca por alianças mais amplas, que favoreçam não só os candidatos da majoritária, como também os proporcionais. "Nós sabemos que a aliança exclusiva entre o PSDB e o DEM não é suficiente para garantir o tempo necessário para uma disputa ao Senado e nem mesmo ao governo. Por isso, estamos abertos ao diálogo", ressalta.

Nonô explicou que conversou pessoalmente com os senadores Renan Calheiros (PMDB) e Benedito de Lira (PP). Porém, ressaltou que mantém o diálogo com o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e afirmou que cabe a ele criar as condições necessárias para que a aliança partidária se consolide.

"O governador está se esforçando para conseguir ampliar o número de partidos da base aliada. Fiz as contas e só teria 1 minuto e 31 segundos com essa coligação. É um tempo curto para que você possa apresentar o projeto. Se eu entrar na disputa, seria para fazer uma campanha propositiva", ponderou.

O vice-governador lembrou que outra preocupação da sigla é com a disputa proporcional. "Temos bons nomes para disputar vagas à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, mas é preciso viabilizar essas candidaturas. Há uma preocupação dos membros do partido com essa disputa e nós temos que pensar no todo", confessa.

ELEIÇÃO ATÍPICA - Para Nonô, essa eleição deve ser "atípica". Ele avalia que a Copa do Mundo é uma das responsáveis pelo grande desinteresse da população sobre o tema. Neste cenário, ele destaca que o tempo de televisão será fundamental para que a população conheça as propostas do candidatos.

"A última pesquisa Ibope confirmou o grande desinteresse da população pelo tema. Isso deve se estender até o final de julho. Portanto, a televisão será fundamental para que os candidatos apresentem suas ideias. E sem uma coligação forte não será possível viabilizar o projeto", concluiu o vice-governador.

Com gazetaweb.com

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