Dengue em Goiás prospera no lixo, diz levantamento

Quase metade (48%) dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, localiza-se no lixo; os outros são reservatórios de água ao nível do solo (17%), pequenos depósitos móveis, como vasos de plantas, bebedouros de animais e baldes (14%), pneus (10%), pequenos depósitos fixos, como calhas, lajes, vasos sanitários e ralos de banheiro (6%), criadouros naturais, ocos de árvores, ocos em pedras, flores (3%) e reservatórios de água elevados (2%); no Estado o índice de infestação identificados é de alto risco em 29 municípios e de alerta em 100

Quase metade (48%) dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, localiza-se no lixo; os outros são reservatórios de água ao nível do solo (17%), pequenos depósitos móveis, como vasos de plantas, bebedouros de animais e baldes (14%), pneus (10%), pequenos depósitos fixos, como calhas, lajes, vasos sanitários e ralos de banheiro (6%), criadouros naturais, ocos de árvores, ocos em pedras, flores (3%) e reservatórios de água elevados (2%); no Estado o índice de infestação identificados é de alto risco em 29 municípios e de alerta em 100
Quase metade (48%) dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, localiza-se no lixo; os outros são reservatórios de água ao nível do solo (17%), pequenos depósitos móveis, como vasos de plantas, bebedouros de animais e baldes (14%), pneus (10%), pequenos depósitos fixos, como calhas, lajes, vasos sanitários e ralos de banheiro (6%), criadouros naturais, ocos de árvores, ocos em pedras, flores (3%) e reservatórios de água elevados (2%); no Estado o índice de infestação identificados é de alto risco em 29 municípios e de alerta em 100 (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - Os resultados do segundo ciclo do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), de março e abril de 2015, indicam que os principais criadouros do mosquito em Goiás são: lixo (48%) e reservatórios de água ao nível do solo (17%). Outros itens que proporcionam ambiente para o desenvolvimento do inseto são: pequenos depósitos móveis (vasos de plantas, bebedouros de animais e baldes), em 14%; pneus (10%); pequenos depósitos fixos (calhas, lajes, vasos sanitários e ralos de banheiro), em 6%; criadouros naturais (ocos de árvores, ocos em pedras, flores), em 3%; e reservatórios de água elevado (2%).

A superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), Maria Cecília Martins Brito, afirma que os índices de infestação identificados pela pesquisa são preocupantes, com 29 municípios em alto risco (infestação maior que 3,9%) e 100 municípios em alerta (entre 1 e 3,9%). “Esse resultado demonstra que mais do que nunca, os gestores municipais devem intensificar as mobilizações sociais no combate à dengue”, alerta Maria Cecília.

A superintendente analisa que os dois principais criadouros estão diretamente ligados à atuação da população (hábitos inadequados de descartes e acúmulo de água para consumo) e do poder público (coleta e destinação de lixo, limpeza pública e fornecimento de água). “Isso deve ser levado em consideração pelos gestores municipais para desenvolverem estratégias de enfrentamento e ações educativas voltadas para a mudança de hábito da população”, considera.

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