Depois de golpear o Brasil, Aécio destrói o PSDB

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu uma proeza; depois de liderar, em 2016, um golpe que destruiu a democracia brasileira e permitiu que uma quadrilha se instalasse no poder, ele conseguiu agora implodir seu próprio partido; ao destituir o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Aécio revoltou o governador Geraldo Alckmin e fez até com que a Globo, tradicional fiadora do PSDB, abandonasse o barco; para Miriam Leitão, a impunidade subiu à cabeça de Aécio e Merval Pereira diz que o político mineiro atirou seu partido no precipício

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu uma proeza; depois de liderar, em 2016, um golpe que destruiu a democracia brasileira e permitiu que uma quadrilha se instalasse no poder, ele conseguiu agora implodir seu próprio partido; ao destituir o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Aécio revoltou o governador Geraldo Alckmin e fez até com que a Globo, tradicional fiadora do PSDB, abandonasse o barco; para Miriam Leitão, a impunidade subiu à cabeça de Aécio e Merval Pereira diz que o político mineiro atirou seu partido no precipício
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu uma proeza; depois de liderar, em 2016, um golpe que destruiu a democracia brasileira e permitiu que uma quadrilha se instalasse no poder, ele conseguiu agora implodir seu próprio partido; ao destituir o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Aécio revoltou o governador Geraldo Alckmin e fez até com que a Globo, tradicional fiadora do PSDB, abandonasse o barco; para Miriam Leitão, a impunidade subiu à cabeça de Aécio e Merval Pereira diz que o político mineiro atirou seu partido no precipício (Foto: Felipe L. Goncalves)
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247 – Responsável direto pela destruição da Nova República e pelo golpe parlamentar que feriu de morte a democracia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu agora implodir também o PSDB, ao destituir da presidência interina o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que falava em moralizar a legenda.

Pego de surpresa, o governador Geraldo Alckmin se revoltou e disse que jamais concordaria com tal medida. Na mídia, Aécio conseguiu também estarrecer colunistas da Globo, que, nos últimos anos, fez campanha para todos os candidatos tucanos.

"Aécio entregou vários recados: que o PSDB não é um partido, é um feudo com dono; que a impunidade subiu-lhe à cabeça; que a proposta de renovação do partido e a autocrítica foram enterradas; que o afastamento do senador, quando ele entrou em apuros por receber dinheiro de um empresário investigado, era puro teatro. Ele era o verdadeiro presidente da tucanolândia, tanto que teve força para destituir o seu suposto substituto e nomear outro para o lugar. Se o partido precisava de mais um sinal de decrepitude, ele foi entregue ontem pelo senador que deveria estar ocupado em explicar as entregas de dinheiro de Joesley Batista feitas através do primo", escreveu Miriam Leitão (leia mais aqui).

"Com a indecisão característica de um partido que só encontra posição majoritária quando um fato consumado se apresenta, o PSDB perdeu o timing de sair do governo, e pode morrer afogado, não com Temer, como se temia, mas por Temer e sua aliança de bastidores com o grupo de Aécio Neves, os dois pensando apenas em salvarem as próprias peles", pontuou Merval Pereira (leia aqui).

Caberá a Alckmin tentar juntar os cacos do PSDB antes da disputa presidencial de 2018.

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