Deputado admite atraso dos salários de servidores do RS em março ou abril

O governo do Rio Grande do Sul reafirmou a possibilidade de atraso no pagamento de servidores. De acordo com o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Alexandre Postal (PMDB), o atraso pode ocorrer já na folha de pagamento de março; "A expectativa é que possamos ainda passar o mês de março, mas com muita dificuldade. Se ultrapassar março, (será) abril", disse 

O governo do Rio Grande do Sul reafirmou a possibilidade de atraso no pagamento de servidores. De acordo com o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Alexandre Postal (PMDB), o atraso pode ocorrer já na folha de pagamento de março; "A expectativa é que possamos ainda passar o mês de março, mas com muita dificuldade. Se ultrapassar março, (será) abril", disse 
O governo do Rio Grande do Sul reafirmou a possibilidade de atraso no pagamento de servidores. De acordo com o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Alexandre Postal (PMDB), o atraso pode ocorrer já na folha de pagamento de março; "A expectativa é que possamos ainda passar o mês de março, mas com muita dificuldade. Se ultrapassar março, (será) abril", disse  (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O governo do Rio Grande do Sul reafirmou a possibilidade de atraso no pagamento de servidores. De acordo com o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Alexandre Postal (PMDB), o atraso pode ocorrer já na folha de pagamento de março.

"A expectativa é que possamos ainda passar o mês de março, mas com muita dificuldade. Se ultrapassar março, (será) abril", disse o parlamentar à Rádio Gaúcha. Em janeiro, a Secretaria Estadual da Fazenda já havia previso um déficit de R$ 5,4 bilhões nas contas públicas do estado.

Segundo Postal, não há mais alternativa para conseguir honrar com os compromissos financeiros. Ele citou os depósitos judiciais e o caixa único como eventuais possibilidades de recursos, mas que estão sem dinheiro.

Não há uma definição de como seria paga a folha com o atraso. Uma das possibilidades seria pagar parte dos salários em dia e o restante no dia 10 do mês seguinte.

O deputado da base governista Jorge Pozzobom (PSDB) considera a medida impopular, mas não vê alternativa. "Nenhum governante quer atrasar salário, mas temos que trazer a realidade de como Tarso Genro deixou o Estado", afirmou.

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