Deputado alagoano protocola 2º pedido de impeachment de Temer

O deputado federal João Henrique Caldas (PSB-AL) protocolou pedido de impeachment do presidente Michel Temer na Câmara Federal nessa quarta-feira (17) à noite; já é o segundo documento que pede a saída de Temer, depois do protocolado pelo deputado Alessandro Molon (Rede-RJ); Caldas afirma que Temer tentou obstruir a Justiça, o que "viola o seu dever constitucional de proteger o Texto Fundamental"; ele cita, ainda, que a conduta do peemedebista se enquadra na descrição para o crime de responsabilidade

O deputado federal João Henrique Caldas (PSB-AL) protocolou pedido de impeachment do presidente Michel Temer na Câmara Federal nessa quarta-feira (17) à noite; já é o segundo documento que pede a saída de Temer, depois do protocolado pelo deputado Alessandro Molon (Rede-RJ); Caldas afirma que Temer tentou obstruir a Justiça, o que "viola o seu dever constitucional de proteger o Texto Fundamental"; ele cita, ainda, que a conduta do peemedebista se enquadra na descrição para o crime de responsabilidade
O deputado federal João Henrique Caldas (PSB-AL) protocolou pedido de impeachment do presidente Michel Temer na Câmara Federal nessa quarta-feira (17) à noite; já é o segundo documento que pede a saída de Temer, depois do protocolado pelo deputado Alessandro Molon (Rede-RJ); Caldas afirma que Temer tentou obstruir a Justiça, o que "viola o seu dever constitucional de proteger o Texto Fundamental"; ele cita, ainda, que a conduta do peemedebista se enquadra na descrição para o crime de responsabilidade (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Logo após a divulgação de que o presidente Michel Temer (PMDB) havia sido gravado pelo empresário Joesley Batista, dando o aval para comprar o silêncio de envolvidos na Lava Jato, o deputado federal João Henrique Caldas (PSB) protocolou um pedido de impeachment na Câmara Federal nessa quarta-feira (17) à noite.

No documento, o parlamentar afirma que o presidente da República tentou obstruir a Justiça, o que "viola o seu dever constitucional de proteger o Texto Fundamental". JHC cita a Constituição Federal para demonstrar que a conduta de Michel Temer se enquadra na descrição para o crime de responsabilidade.

"São crimes de responsabilidade os atos do presidente da República que atentam contra a Constituição Federal, especialmente, contra: o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos poderes constitucionais das unidades da Federação; a probidade na administração; o cumprimento das leis e das decisões judiciais", pondera o parlamentar alagoano no pedido de impeachment.

O jornal O Globo revelou nessa quarta-feira que o empresário Joesley Batista gravou uma conversa com o presidente no dia 7 de março deste ano, no Palácio do Jaburu, na qual ele informa a Temer que está repassando uma quantia de dinheiro para o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o lobista Lúcio Funaro.

Tanto Cunha quanto Funaro estão presos. O ex-parlamentar pegou 15 anos e quatro meses de condenação, enquanto o lobista cumpre prisão preventiva em Brasília.

Nessa quarta-feira à noite, o presidente Michel Temer afirmou, por meio de nota divulgada por sua assessoria, que "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".

No entanto, a assessoria do presidente confirmou o encontro com o empresário Joesley Batista, apesar de ressaltar que "não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta" de Temer.

Com gazetaweb.com

 

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