Deputado critica Ceará Pacífico e anuncia movimento para debater segurança

Para fazer um contraponto ao programa "Ceará Pacífico", o deputado Carlos Matos (PSDB) anunciou, na sessão plenária desta quarta-feira (07/03), na Assembleia Legislativa, a articulação do movimento "Queremos Paz". O próprio deputado destacou que a ideia do programa lembra muito a do Ceará Pacífico, encabeçado pelo Governo do Estado, mas criticou o projeto governamental

Para fazer um contraponto ao programa "Ceará Pacífico", o deputado Carlos Matos (PSDB) anunciou, na sessão plenária desta quarta-feira (07/03), na Assembleia Legislativa, a articulação do movimento "Queremos Paz". O próprio deputado destacou que a ideia do programa lembra muito a do Ceará Pacífico, encabeçado pelo Governo do Estado, mas criticou o projeto governamental
Para fazer um contraponto ao programa "Ceará Pacífico", o deputado Carlos Matos (PSDB) anunciou, na sessão plenária desta quarta-feira (07/03), na Assembleia Legislativa, a articulação do movimento "Queremos Paz". O próprio deputado destacou que a ideia do programa lembra muito a do Ceará Pacífico, encabeçado pelo Governo do Estado, mas criticou o projeto governamental (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Para fazer um contraponto ao programa "Ceará Pacífico", o deputado Carlos Matos (PSDB) anunciou, na sessão plenária desta quarta-feira (7), na Assembleia Legislativa, a articulação do movimento "Queremos Paz". Segundo o parlamentar, o objetivo é aglutinar instituições que representem a sociedade civil com os três Poderes no sentido de encontrar soluções para a questão da violência.

O próprio deputado destacou que a ideia do programa lembra muito a do Ceará Pacífico, encabeçado pelo Governo do Estado, mas criticou o projeto governamental. "O Ceará Pacífico, entretanto, se vendeu com a ideia de ser embasado no diálogo com a sociedade e uma integração, o que ainda não aconteceu", afirmou Carlos Matos. De acordo com o parlamentar, 22 instituições da sociedade civil deverão estar envolvidas com o movimento, mas anunciou quais são. 

Para Carlos Matos, a situação atual não permite ficar apenas criticando o Governo do Estado. Para ele, o momento é de integrar forças e cobrar a eficiência das políticas públicas, além de fortalecer o núcleo familiar, entre outras coisas.

 

 

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