Deputado diz que busca e apreensão foi desproporcional

O deputado Marquinhos Madeira (PMDB) repudiou a ação policial realizada em seu gabinete na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa; ele considerou desproporcional o efetivo policial para apreensão de um atestado médico; ação foi realizada pela Polícia Civil após autorização do Tribunal de Justiça

O deputado Marquinhos Madeira (PMDB) repudiou a ação policial realizada em seu gabinete na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa; ele considerou desproporcional o efetivo policial para apreensão de um atestado médico; ação foi realizada pela Polícia Civil após autorização do Tribunal de Justiça
O deputado Marquinhos Madeira (PMDB) repudiou a ação policial realizada em seu gabinete na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa; ele considerou desproporcional o efetivo policial para apreensão de um atestado médico; ação foi realizada pela Polícia Civil após autorização do Tribunal de Justiça (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O deputado Marquinhos Madeira (PMDB) repudiou a ação policial realizada pela polícia em seu gabinete na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa do Estado (ALE). Ele considerou desproporcional o efetivo policial utilizado para o cumprimento de um mandado que visava à apreensão de um atestado médico. 

Em nota, ele também afirmou que sempre esteve à disposição da polícia para qualquer esclarecimento. 

A ação foi deflagrada nesta manhã pela Polícia Civil, sob o comando do delegado Denisson Albuquerque, do 7º Distrito Policial (7º DP).  O mandado foi expedido pelo desembargador João Luiz de Azevedo Lessa, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).

Leia abaixo nota do deputado na íntegra:

Em virtude da operação ocorrida na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa, venho, por meio deste, repudiar a proporção da ação designada pela autoridade policial que disponibilizou um efetivo de dezenas de agentes, para conseguir o cumprimento de um mandado, que tinha como instrumento de busca, um documento, neste caso, uma cópia de um ATESTADO MÉDICO. Salientando que a presidência da Casa nunca se omitiu de prestar quaisquer esclarecimentos à imprensa ou poder judiciário em casos semelhantes.

Vale reforçar que, como o próprio Delegado confirmou em entrevista aos veículos que acompanharam a "operação", de fato o inquérito foi aberto em 2012, mas, até a presente data, nunca fui oficialmente intimado. Sempre estive à disposição, e, até por ser uma pessoa pública, tornaria ainda mais fácil a minha localização, inclusive, no próprio gabinete ou nas sessões da ALE.

Ao apresentar o ATESTADO, o documento seguiu todos os trâmites legais que do Regimento da Casa, sendo assim, o documento faz constar em um processo administrativo que se encontra na ALE. O motivo do meu afastamento naquele período, foi por um diagnóstico da labirintite, onde precisaria de tratamento, não necessariamente de internação.

Recebi a notícia com muita surpresa e estou indignado com tamanha repercussão, não cometi nenhum crime de estelionato e/ou falsificação, não sou bandido como indiretamente estão me acusando, muito pelo contrário, sou um legítimo representante do povo, reeleito com mais de 26 mil votos. Venho sofrendo uma evidente perseguição de pessoas que se beneficiariam com uma eventual condenação, onde estão plantando inverdades e notícias infundadas, a fim de desconstruir o trabalho que eu tenho executado ao longo desses anos de mandato. Expostos os fatos acima, reafirmo que estou à disposição do Poder Judiciário para prestar os esclarecimentos devidos.

Com gazetaweb.com

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247