Deputado do PP-RS diz que vai interpelar Youssef

Deputado federal Jerônimo Goergen (PP), informou, em seu escritório em Porto Alegre, que irá interpelar judicialmente o Alberto Youssef por ter sido citado pelo doleiro como um dos beneficiados no esquema de corrupção da Petrobras; "Houve uma citação e eu quero que agora o doleiro apresente provas. Até que se entenda o que acontece, é um choque. Provar a inocência é o desafio da minha vida", disse; PP é o partido com o maior número de políticos que responderão a inquéritos (32); "Acho que o partido acabou", afirmou o parlamentar

Deputado federal Jerônimo Goergen (PP), informou, em seu escritório em Porto Alegre, que irá interpelar judicialmente o Alberto Youssef por ter sido citado pelo doleiro como um dos beneficiados no esquema de corrupção da Petrobras; "Houve uma citação e eu quero que agora o doleiro apresente provas. Até que se entenda o que acontece, é um choque. Provar a inocência é o desafio da minha vida", disse; PP é o partido com o maior número de políticos que responderão a inquéritos (32); "Acho que o partido acabou", afirmou o parlamentar
Deputado federal Jerônimo Goergen (PP), informou, em seu escritório em Porto Alegre, que irá interpelar judicialmente o Alberto Youssef por ter sido citado pelo doleiro como um dos beneficiados no esquema de corrupção da Petrobras; "Houve uma citação e eu quero que agora o doleiro apresente provas. Até que se entenda o que acontece, é um choque. Provar a inocência é o desafio da minha vida", disse; PP é o partido com o maior número de políticos que responderão a inquéritos (32); "Acho que o partido acabou", afirmou o parlamentar (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Jerônimo Goergen (PP), informou, nesta segunda-feira (9), em seu escritório em Porto Alegre, que irá interpelar judicialmente o Alberto Youssef por ter sido citado pelo doleiro como um dos beneficiados no esquema de corrupção da Petrobras.

"É colocado o meu nome como recebedor, mas eu nem estava lá (em Brasília) na época. Estou respeitando o Rio Grande do Sul ao me licenciar. Houve uma citação e eu quero que agora o doleiro apresente provas. Até que se entenda o que acontece, é um choque. Provar a inocência é o desafio da minha vida", disse o congressista, de acordo com o Zero Hora.

O parlamentar não decidiu se continuará na política depois dos desdobramentos da Lava-Jato, e entende que o Partido ProgressistaPP "acabou" devido às revelações da operação. O partido é o que tem o maior número de políticos entre os que responderão a inquéritos (32). Depois vêm PMDB (sete), PT (seis), PSDB (um) e PTB (um).

"Eu acho que o partido acabou. Somos muito desunidos. Essa prática (corrupção) ocorreu no PP, aí está o mensalão, mas eu vejo com estranhamento o fato de o meu nome ser relacionado justo agora em que estou num enfrentamento nacional (com o Executivo e com a direção do PP)", disse.

Goergen aparece no seguinte trecho na delação premiada de Youssef: "Que havia outros deputados do PP, cuja posição era de menor relevância dentro do partido, que recebiam entre R$ 30 mil e R$ 150 mil por mês; que dentre os deputados que tem certeza que receberam estão Jerônimo Goergen (entre outros)".

Além de Goergen, outros cinco parlamentares gaúchos aparecem na lista da Procuradoria Geral da República: Luis Carlos Heinze, Afonso Hamm, José Otávio Germano, Renato Molling e Vilson Cavatti.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247