Deputado quer investigar Dilma por morte de cachorro

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Animais, deputado Ricardo Izar (PP-SP) anuncia que entrará com uma representação contra Dilma Rousseff junto ao Ministério Público "para que seja esclarecida a morte do cachorro dela, o Nego"; "Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente — e quebrou o Brasil", diz o parlamentar

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Animais, deputado Ricardo Izar (PP-SP) anuncia que entrará com uma representação contra Dilma Rousseff junto ao Ministério Público "para que seja esclarecida a morte do cachorro dela, o Nego"; "Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente — e quebrou o Brasil", diz o parlamentar
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Animais, deputado Ricardo Izar (PP-SP) anuncia que entrará com uma representação contra Dilma Rousseff junto ao Ministério Público "para que seja esclarecida a morte do cachorro dela, o Nego"; "Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente — e quebrou o Brasil", diz o parlamentar (Foto: Gisele Federicce)

247 - O deputado Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Animais, anunciou que entrará com uma representação no Ministério Público contra a presidente afastada Dilma Rousseff "para que seja esclarecida a morte do cachorro dela, o Nego".

"Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente — e quebrou o Brasil", argumentou o parlamentar. "Eu acho que essa história tem que ser investigada direitinho", acrescentou.

No último fim de semana, começou a circular a história de que Dilma teria mandado sacrificar seu labrador Nego, que morava com ela no Palácio da Alvorada e foi um presente de José Dirceu em 2005.

Os rumores fizeram Dilma se pronunciar oficialmente, ressaltando que nunca deixou de cuidar de seus animais de estimação mesmo depois de sua mudança para Porto Alegre (RS) e esclareceu que Nego, aos 14 anos e portador de mielopatia degenerativa canina, sob cuidado e orientação médico-veterinária, teve seu sofrimento abreviado.

Leia a nota na íntegra:

NOTA À IMPRENSA

A respeito das notas publicadas pela imprensa sobre a morte do cachorro Nego, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:

1. Não procede a informação de que Dilma Rousseff tenha "abandonado" o labrador Nego, que ganhou de José Dirceu em 2005. Ao lado dos outros cães de estimação da ex-presidenta – todos adotados: os labradores Boni, Galego e Princesa, além da cadelinha Fafá –, Nego foi amado por Dilma e sua família desde que passou a viver com ela em Brasília, nos tempos em que era ministra-chefe da Casa Civil.

2. Animal de grande porte, com quase 1,70m, Nego tinha três anos de idade quando passou a viver com Dilma. Aos 14 anos, desde dezembro de 2015, vinha sofrendo. Além da idade avançada, foi diagnosticado pelo veterinário como portador de mielopatia degenerativa canina.

3. Sob cuidados e orientação do médico-veterinário, Dilma prolongou ao máximo que pode o conforto e as necessidades de Nego. Há dois meses, o médico recomendou que fosse abreviado o sofrimento do cão, um dos prediletos de Dilma. Relutante, ela adiou a decisão até pouco antes de deixar o Palácio da Alvorada, na semana passada, e mudar-se para Porto Alegre.

4. Dilma sempre teve amor por animais de estimação. Adotou Fafá quando percorria as ruas de Brasília em uma caminhada e encontrou a cadelinha abandonada no Lago Sul. A acolheu e passou a cuidar dela com amor, atenção e carinho. Fafá permanece com uma das tias da ex-presidenta, que a levou para Belo Horizonte, onde vai ficar até que Dilma a transfira para Porto Alegre, em novembro.

5. Já a labradora Princesa está com o ex-marido de Dilma, o advogado Carlos Araújo, em Porto Alegre. Quanto aos outros cães – os labradores Boni e Galego – Dilma optou por deixá-los com amigos que vivem em Brasília, porque não havia como levar os dois para morar no apartamento que tem em Porto Alegre.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

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