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Deputados criam grupo de trabalho para fsicalizar transporte marítimo

A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa instalou em audiência pública ontem um grupo de trabalho para avaliar a qualidade das embarcações que fazem a travessia Salvador-Mar Grande; ação se dá após o naufrágio de um barco no dia 24 de agosto último, cujo saldo trágico foi de 19 mortos; "O que não podemos é fechar os olhos e acreditar que a tragédia foi uma fatalidade, já que os órgãos oficiais preferem se omitir", disse o presidente da comissão, deputado Hildécio Meireles (PMDB); apesar do convite, não compareceu ninguém do Ministério Público nem da Capitania dos Portos

A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa instalou em audiência pública ontem um grupo de trabalho para avaliar a qualidade das embarcações que fazem a travessia Salvador-Mar Grande; ação se dá após o naufrágio de um barco no dia 24 de agosto último, cujo saldo trágico foi de 19 mortos; "O que não podemos é fechar os olhos e acreditar que a tragédia foi uma fatalidade, já que os órgãos oficiais preferem se omitir", disse o presidente da comissão, deputado Hildécio Meireles (PMDB); apesar do convite, não compareceu ninguém do Ministério Público nem da Capitania dos Portos (Foto: Romulo Faro)

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Bahia 247 - A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa instalou em audiência pública ontem um grupo de trabalho para avaliar a qualidade das embarcações que fazem a travessia Salvador-Mar Grande. Ação se dá após o naufrágio de um barco no dia 24 de agosto último, cujo saldo trágico foi de 19 mortos.

A audiência de ontem teve participação de moradores da ilha e familiares das vítimas do naufrágio. "Não existia na embarcação pessoas capacitadas para nos salvar. Um marinheiro entrou em estado de choque e eu que, mesmo não sendo treinado para tal, coloquei um colete em uma mulher. Dei minha vida pela dos outros", disse o funcionário público, Eduardo Aguadê.

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia (Agerba), representada por seu diretor, Luciano Marcelo Dantas, reiterou a responsabilidade do órgão quanto à fiscalização do limite de passageiros, porém negou que tenha competência para deliberar sobre as condições meteorológicas para permitir o transporte.

"O que não podemos é fechar os olhos e acreditar que a tragédia foi uma fatalidade, já que os órgãos oficiais preferem se omitir", disse o presidente da comissão, deputado Hildécio Meireles (PMDB). Apesar do convite, não compareceu ninguém do Ministério Público nem da Capitania dos Portos.

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