Desemprego em alta na RMR

A taxa de desemprego na Região Metropolitana do Recife (RMR) subiu de 12,9% para 13,5% da População Economicamente Ativa (PEA), ao passar de 239 mil em fevereiro para 247 mil em março; nesse mesmo período, o número de ocupados teve um declínio de 1,9%, caindo de 1.61 milhão para 1.58 milhão; na comparação anual (março 2013/2012), a taxa de desemprego subiu 9,8%.

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Leonardo Lucena_PE247 – A taxa de desemprego na Região Metropolitana do Recife (RMR) subiu de 12,9% para 13,5% da População Economicamente Ativa (PEA), ao passar de 239 mil em fevereiro para 247 mil em março. Nesse mesmo período, o número de ocupados teve um declínio de 1,9%, caindo de 1.61 milhão para 1.58 milhão. Na comparação anual (março 2013/2012), a taxa de desemprego subiu 9,8%.

De acordo com dados são do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a indústria de transformação foi o único setor que apresentou um desempenho positivo de fevereiro a março, com aumento de 1,9% em relação ao número de empregados, que passou de 158 mil para 161 mil.

Os outros três setores tiveram baixa quanto ao nível de ocupação. A maior queda ocorreu na construção civil (-4,2%), passando de 144 mil para 138 mil. Depois, veio Comércio e Reparação de Veículos, com decréscimo de 3,6%, ao passar de 337 mil para 325 mil ocupados. E, em seguida, o setor de Serviços (- 1,5%), caindo de 950 mil para 936 empregados.

A pesquisa mostrou que houve declínio de empregados em todas as posições de ocupação. A começar pelos assalariados, no qual o número de ocupados caiu de 1,07 milhão para 1,06 milhão, uma queda de 0,9%. A variação negativa ocorreu por conta da redução no setor privado (-1,2%), passando de 894 mil empregados para 883 mil. Já no setor público, houve um aumento de 0,6%, subindo de 177 mil para 178 mil ocupados.

Com relação aos autônomos, o decréscimo foi de 1,6%, passando de 311 mil para 306 mil. No caso dos domésticos, o contingente de empregados encolheu de 126 mil para 123 mil (-2,4%). Quanto às demais posições, a baixa foi de -11,4%, ao cair de 105 mil para 93 mil.

O levantamento abordou, ainda, o rendimento médio dos trabalhadores, desta vez, fazendo o comparativo de janeiro a fevereiro. Conforme o Dieese, o rendimento dos assalariados passou de R$ 1.183 para R$ 1.208, alta de 2,1%. Enquanto o aumento foi 0,2% no setor privado, ao passar de R$ 1.040 para R$ 1.042, no setor público o avanço foi de 6,7%, ao subir de R$ 1.974 para R$ 2.106.

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