Desperdício de água em GO é um dos menores do País

Brasil joga fora mais de um terço da água que distribui, segundo o Ministério das Cidades; Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) aponta que a média nacional é de quase 40% para o índice de água perdida durante a distribuição; no entanto, apesar dos números alarmantes, Goiás é um dos Estados mais eficientes, com perda de 28%; o campeão em desperdício é o Amapá, onde 78,2% da água tratada não chega ao consumidor final

Brasil joga fora mais de um terço da água que distribui, segundo o Ministério das Cidades; Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) aponta que a média nacional é de quase 40% para o índice de água perdida durante a distribuição; no entanto, apesar dos números alarmantes, Goiás é um dos Estados mais eficientes, com perda de 28%; o campeão em desperdício é o Amapá, onde 78,2% da água tratada não chega ao consumidor final
Brasil joga fora mais de um terço da água que distribui, segundo o Ministério das Cidades; Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) aponta que a média nacional é de quase 40% para o índice de água perdida durante a distribuição; no entanto, apesar dos números alarmantes, Goiás é um dos Estados mais eficientes, com perda de 28%; o campeão em desperdício é o Amapá, onde 78,2% da água tratada não chega ao consumidor final (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O Brasil joga fora mais de um terço da água que distribui, segundo o Ministério das Cidades. O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) aponta que a média nacional é de quase 40% para o índice de água perdida durante a distribuição. Essa porção que não chega às torneiras daria para encher quase sete vezes o reservatório do Cantareira – o maior em operação em São Paulo. O Instituto Trata Brasil fez as contas e concluiu que o desperdício equivale a um prejuízo anual de R$ 8 bilhões. O índice é superior aos da China (22%), Rússia (23%), EUA (13%) e da Ástrália (7%).

No entanto, apesar dos números alarmantes, Goiás é um dos Estados mais eficientes, com perda de 28%. O campeão em desperdício é o Amapá, onde 78,2% da água tratada não chega ao consumidor final. O mais eficiente é o Distrito Federal, com 27,1% de desperdício (veja quadro). Entre as capitais, Goiânia é a a que tem o menor índice de perda, combater 23,5%, sendo seguida por Florianópolis e Brasília.

O Brasil tem como meta atingir, em 2033, índices de perdas de águas de 31% - ainda elevado para os padrões internacionais, de até 25% - e acima dos índices já conquistados pelo estado de Goiás.

As conquistas são frutos de um trabalho que vem sendo implementado pela Saneago, de forma sistemática, para combater as perdas no sistema de distribuição de água em todo o Estado. As perdas são ocasionadas, entre outros motivos, por vazamentos visíveis e não visíveis, pressões altas nas redes, problemas na operação dos sistemas, ligações clandestinas, aferição dos hidrômetros e ausência de programa de monitoramento de perdas.

Combater fortemente essas perdas é prioridade no governo de Goiás, através da Saneago e da própria Secima. Afinal, evitar o desperdício envolve também a consciência ambiental, bem como o melhoramento dos sistemas para promover um atendimento cada vez melhor à população.

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