Dilma chega em Mariana para visitar áreas devastadas

Com o objetivo de sobrevoar as áreas devastadas pelo rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, região central de Minas, a presidente Dilma Rousseff desembarcou no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte; além do prefeito de Mariana, Duarte Júnior, devem acompanhar a presidente Dilma no sobrevoo o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governador de Minas, Fernando Pimentel, e o arcebispo de Mariana, dom Geraldo

Com o objetivo de sobrevoar as áreas devastadas pelo rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, região central de Minas, a presidente Dilma Rousseff desembarcou no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte; além do prefeito de Mariana, Duarte Júnior, devem acompanhar a presidente Dilma no sobrevoo o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governador de Minas, Fernando Pimentel, e o arcebispo de Mariana, dom Geraldo
Com o objetivo de sobrevoar as áreas devastadas pelo rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, região central de Minas, a presidente Dilma Rousseff desembarcou no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte; além do prefeito de Mariana, Duarte Júnior, devem acompanhar a presidente Dilma no sobrevoo o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governador de Minas, Fernando Pimentel, e o arcebispo de Mariana, dom Geraldo (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Com o objetivo de verificar as áreas devastadas pelo rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, região central de Minas, a presidente Dilma Rousseff desembarcou, nesta quinta-feira (12), no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

Além do prefeito de Mariana, Duarte Júnior, devem acompanhar a presidente Dilma no sobrevoo o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governador de Minas, Fernando Pimentel, e o arcebispo de Mariana, dom Geraldo.

A presidente determinou, nessa quarta-feira (11), a criação de um comitê de gestão da crise que será formado pelos ministérios do Meio Ambiente, da Integração Nacional e de Minas e Energia, pelos governos de Minas Gerais e do Espírito Santo e pelo Ministério Público.

De acordo com o ministro da Integração, Gilberto Occhi, a iniciativa tem como objetivo acompanhar as ações que serão estabelecidas pela mineradora Samarco, monitorar a situação dos municípios da calha do Rio Doce que estão com problemas de abastecimento de água, além do dano ambiental, e cobrar mais rapidez na solução dos problemas enfrentados pelas famílias atingidas.

Foi identificado da manhã desta quarta-feira (11) o corpo de mais uma criança morta por conta de tragédia. Ao todo, cinco pessoas morreram. Segundo diretores da empresa responsável pelas barragens, a mineradora Samarco, cerca de 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos foram liberados no meio ambiente, o suficiente para encher 24.800 piscinas olímpicas.

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