Dilma: 'Copa não será contaminada por violência'

A 57 dias da Copa do Mundo, presidente afirma que segurança do Mundial está garantida; "Não há a menor hipótese do governo federal pactuar com qualquer tipo de violência. Não deixaremos em hipótese alguma a Copa ser contaminada", discursou Dilma Rousseff, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social; desde o ano passado, protestos questionam o investimento para a Copa e registram violência e vandalismo; "gostaria muito que todos os brasileiros nos ajudassem a receber [o evento]", apelou Dilma

A 57 dias da Copa do Mundo, presidente afirma que segurança do Mundial está garantida; "Não há a menor hipótese do governo federal pactuar com qualquer tipo de violência. Não deixaremos em hipótese alguma a Copa ser contaminada", discursou Dilma Rousseff, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social; desde o ano passado, protestos questionam o investimento para a Copa e registram violência e vandalismo; "gostaria muito que todos os brasileiros nos ajudassem a receber [o evento]", apelou Dilma
A 57 dias da Copa do Mundo, presidente afirma que segurança do Mundial está garantida; "Não há a menor hipótese do governo federal pactuar com qualquer tipo de violência. Não deixaremos em hipótese alguma a Copa ser contaminada", discursou Dilma Rousseff, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social; desde o ano passado, protestos questionam o investimento para a Copa e registram violência e vandalismo; "gostaria muito que todos os brasileiros nos ajudassem a receber [o evento]", apelou Dilma (Foto: Gisele Federicce)

Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil

A cerca de 60 dias do início da Copa do Mundo, a presidenta Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira 16 que o governo vai garantir a segurança do evento e que "não há hipótese" de que o Mundial seja afetado por episódios de violência.

"A Copa implica aperfeiçoamento enorme da nossa segurança. Colocaremos segurança pesada, as nossas Forças Armadas participarão em caráter dissuasório, mas atuarão em toda a retaguarda e também na contenção. Usaremos a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal e temos parceria com todos os governadores. Temos feito reuniões sistemáticas e acompanhamos todos os eventos, sem exceção", disse a presidenta em discurso durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no Palácio do Planalto.

Desde o ano passado, diversas manifestações pelo país questionam a realização da Copa e os investimentos públicos em obras para o Mundial, muitos deles com episódios de vandalismo, violência e conflito com as forças de segurança pública.

"Não há a menor hipótese do governo federal pactuar com qualquer tipo de violência. Não deixaremos em hipótese alguma a Copa ser contaminada, esse é um momento importante para o país", acrescentou.

Dilma pediu a participação e colaboração dos brasileiros para receber os turistas que visitarão o país durante a Copa e lembrou que muitos chefes de Estado também virão para o megaevento. "Cada um de nós é um recepcionista. A Copa é uma responsabilidade do governo federal, mas gostaria muito que todos os brasileiros nos ajudassem a receber", pediu.

A presidenta voltou a defender os investimentos públicos feitos na preparação do Mundial e disse que os benefícios ficarão no país após a Copa, principalmente as obras de mobilidade urbana e de melhoria e ampliação de aeroportos.

Dilma pediu ainda que os "200 milhões de técnicos" se juntem aos jogadores e treinadores da seleção para fazer do Mundial do Brasil a "Copa das Copas".

"A Copa do Mundo é o futebol voltando pra a casa, como diz a propaganda. Todos os brasileiros, mesmo os que falam contra a Copa, acabarão numa torcida apaixonada pelo nosso time", avaliou.

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