'Dilma se agiganta diante de grandes desafios'

Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (PT-BA) reforçou a determinação da presidente Dilma em enfrentar o processo de impeachment; a defesa ocorre após a divulgação da carta do vice-presidente Michel Temer (PMDB) à petista; apesar de não citar o documento, evitando polemizar com o peemedebista, o ex-governador da Bahia afirmou que o intenso convívio com Dilma o faz perceber "a imensa capacidade dessa mulher de resistir e enfrentar dificuldades"; Dilma é, por natureza, uma mulher forte e aguerrida, mas ela parece agigantar-se ainda mais quando precisa encarar grandes desafios", disse ele nas redes sociais

Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (PT-BA) reforçou a determinação da presidente Dilma em enfrentar o processo de impeachment; a defesa ocorre após a divulgação da carta do vice-presidente Michel Temer (PMDB) à petista; apesar de não citar o documento, evitando polemizar com o peemedebista, o ex-governador da Bahia afirmou que o intenso convívio com Dilma o faz perceber "a imensa capacidade dessa mulher de resistir e enfrentar dificuldades"; Dilma é, por natureza, uma mulher forte e aguerrida, mas ela parece agigantar-se ainda mais quando precisa encarar grandes desafios", disse ele nas redes sociais
Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (PT-BA) reforçou a determinação da presidente Dilma em enfrentar o processo de impeachment; a defesa ocorre após a divulgação da carta do vice-presidente Michel Temer (PMDB) à petista; apesar de não citar o documento, evitando polemizar com o peemedebista, o ex-governador da Bahia afirmou que o intenso convívio com Dilma o faz perceber "a imensa capacidade dessa mulher de resistir e enfrentar dificuldades"; Dilma é, por natureza, uma mulher forte e aguerrida, mas ela parece agigantar-se ainda mais quando precisa encarar grandes desafios", disse ele nas redes sociais (Foto: Leonardo Lucena)
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Bahia 247- O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner (PT-BA), reforçou a determinação da presidente Dilma Rousseff em enfrentar o processo de impeachment. A defesa ocorre após a divulgação da carta do vice-presidente Michel Temer (PMDB) à petista. Apesar de não citar o documento, evitando polemizar com o peemedebista, o ex-governador da Bahia afirmou que o intenso convívio com Dilma o fez perceber que ela "tem mostrado a cada dia a força e a vontade de quem vai lutar para garantir a manutenção do mandato conquistado legitimamente nas urnas".

A carta gera preocupação no Planalto devido às especulações que Temer estaria a favor do impeachment da presidente Dilma. Nesse final de semana, o peemedebista, inclusive, participou de um evento com o tucano e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (veja aqui).

"O intenso convívio com a presidenta Dilma nos últimos dias está me fazendo perceber com mais nitidez a imensa capacidade dessa mulher de resistir e enfrentar dificuldades. Dilma é, por natureza, uma mulher forte e aguerrida, mas ela parece agigantar-se ainda mais quando precisa encarar grandes desafios", afirmou o petista, no Facebook e no Twitter.

No documento, Michel Temer apontou “fatos reveladores” da desconfiança que o governo Dilma possui em relação a ele e ao PMDB. O vice-presidente reclamou de falta de protagonismo no primeiro mandato.

Depois de ter dito que foi apenas um "vice decorativo", o peemedebista afirmou ter sido "ignorado" nas tratativas e demonstrou insatisfação pelo fato de o líder do seu partido na Câmara Federal, deputado Leonardo Picciani (RJ), ter emplacado dois ministros na reforma ministerial. Segundo Temer, ele ou o PMDB jamais foram "chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do País" (leia mais aqui sobre a carta)

O parlamentar comentou o documento e disse que Temer não tinha interesse no "fortalecimento da bancada" e, como consequência, "ficou incomodado". "Ele fala contra a presidente ter conversado comigo e ter indicado os dois deputados ministros. E em todo momento não defende a posição da bancada, mas dos seus aliados pessoais", respondeu Picciani (leia mais aqui).

Integrantes da cúpula do PMDB consideraram "infantil" a carta de Temer. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, alguns peemedebistas chegaram a questionar até a autenticidade do texto.

Para Jaques Wagner, "além da estabilidade democrática, são as conquistas sociais dos últimos 13 anos que estão em risco". "E, para evitar esse retrocesso, podem ter certeza de que o coração valente ficará ainda mais valente na defesa dos interesses do povo pobre deste país", disse.

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