Dilma tem maioria dos 39 deputados baianos

Dos 39 deputados que compõem a bancada da Bahia na Câmara Federal, 22 já declaram voto pela manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff; outros sete ainda não se pronunciaram e apenas nove são a favor do impeachment; "Este golpista [Eduardo Cunha] não vai prosperar e esses políticos vão pagar um preço alto junto à sociedade, porque quando se brinca com a democracia e se gera instabilidade institucional, quem perde é a população, que sofre com o desemprego e com o agravamento da crise", diz o Jorge Solla, do PT

Dos 39 deputados que compõem a bancada da Bahia na Câmara Federal, 22 já declaram voto pela manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff; outros sete ainda não se pronunciaram e apenas nove são a favor do impeachment; "Este golpista [Eduardo Cunha] não vai prosperar e esses políticos vão pagar um preço alto junto à sociedade, porque quando se brinca com a democracia e se gera instabilidade institucional, quem perde é a população, que sofre com o desemprego e com o agravamento da crise", diz o Jorge Solla, do PT
Dos 39 deputados que compõem a bancada da Bahia na Câmara Federal, 22 já declaram voto pela manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff; outros sete ainda não se pronunciaram e apenas nove são a favor do impeachment; "Este golpista [Eduardo Cunha] não vai prosperar e esses políticos vão pagar um preço alto junto à sociedade, porque quando se brinca com a democracia e se gera instabilidade institucional, quem perde é a população, que sofre com o desemprego e com o agravamento da crise", diz o Jorge Solla, do PT (Foto: Romulo Faro)
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Tribuna da Bahia - O processo de impeachment aberto pela presidência da Câmara dos Deputados contra a presidente Dilma Rousseff (PT) será analisado por uma Comissão Especial formada por deputados de todos os partidos, proporcional ao tamanho de cada bancada.

Se os parlamentares do colegiado decidirem pela abertura da análise de impedimento, por dois terços dos deputados, ou seja, 342 parlamentares, a mandatária brasileira será obrigada a se afastar do cargo por 180 dias e o processo segue para julgamento do Senado. Para derrubar o processo, a presidente Dilma precisa de 172 deputados. Pelo menos da bancada baiana, Dilma tem a maioria dos votos dos deputados na Casa.

No levantamento feito pela Tribuna, do total de baianos, a líder petista conta com o apoio de, até o momento, 22 deputados integrantes do PT e de legendas aliadas como PCdoB, PSD, PP, PR e PTB, que já manifestaram apoio à petista.

São eles: Alice Portugal (PCdoB), Daniel Almeida (PCdoB), Davidson Magalhães (PCdoB), Afonso Florence (PT), Luiz Caetano (PT), Jorge Solla (PT), Moema Gramacho (PT), Valmir Assunção (PT), Waldenor Pereira (PT), Antônio Brito (PTB), Benito Gama (PTB), Jonga Bacelar (PR), José Rocha (PR), Fernando Torres (PSD), José Carlos Araújo (PSD), José Nunes (PSD), Paulo Magalhães (PSD), Roberto Britto (PSD), Sérgio Brito (PSD), Cacá Leão (PP), Mário Negromonte Jr. (PP), Ronaldo Carletto (PP) e João Carlos Bacelar (PTN).

"Este golpista [Eduardo Cunha] não vai prosperar e esses políticos vão pagar um preço alto junto à sociedade, porque quando se brinca com a democracia e se gera instabilidade institucional, quem perde é a população, que sofre com o desemprego e com o agravamento da crise", disse Solla.

Nove deputados baianos que já declaram ser a favor da saída da presidente Dilma do cargo somam dez, no total, entre os favoráveis estão parlamentares do DEM, PMDB, PSDB e Solidariedade. São eles: Cláudio Cajado (DEM), Elmar Nascimento (DEM), José Carlos Aleluia (DEM), Paulo Azi (DEM), Antonio Imbassahy (PSDB), João Gualberto (PSDB) e Juthay Júnior (PSDB), Arthur Maia (SD) e Lúcio Vieira Lima (PMDB).

"Não restam dúvidas quanto às infrações cometidas pelo governo da presidente Dilma. Espero que esse processo tenha um trâmite rápido pelo bem do Brasil e da nossa população. Nós da oposição não estamos trabalhando contra o governo, mas em defesa do país", defendeu o deputado Antonio Imbassahy.

Entre os que a reportagem não conseguiu contato e existe a incerteza em relação ao voto estão: Bebeto Galvão (PSB), Erivelton Santana (PSC), Félix Mendonça Jr. (PDT), Irmão Lázaro (PSC), Márcio Marinho (PRB), Tia Eron (PRB), Uldurico Júnior (PTC).

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