Dirceu nega ataque a Eduardo Campos

O ex-ministro negou que tenha declarado que o PT deveria ter abatido a candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência e disse que que a decisão de ser ou não candidato cabe apenas ao governador de Pernambuco; líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque, soltou o verbo contra  a tentativa do PT em taxar o PSB como um partido ingrato e traidor. “Respeitar o PSB seria uma forma de gratidão pelo apoio que nós damos ao PT desde 1989”

Dirceu nega ataque a Eduardo Campos
Dirceu nega ataque a Eduardo Campos (Foto: Lula Marques/Folhapress)
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PE247 - Depois que veio à tona pela imprensa uma declaração atribuída a ele onde dizia que o PT deveria ter agido rapidamente para impedir a candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência, o ex-ministro José Dirceu (PT) negou que tenha feito este tipo de avaliação e disse que a decisão de ser ou não candidato cabe apenas ao governador de Pernambuco. De acordo com a colunista da Folha de São Paulo, Vera Magalhães, ao mesmo tempo em que Dirceu tentava explicar o caso, o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (PSB/PE), soltou o verbo contra  a tentativa do PT em taxar o PSB como um partido ingrato e traidor. “Ser grato e leal não é agir com subserviência. Respeitar o PSB seria uma forma de gratidão pelo apoio que nós damos ao PT desde 1989”, publicou a colunista.

Veja na íntegra a nota publicada pela colunista:

O ex-ministro José Dirceu nega que tenha feito avaliação, em recente jantar no Rio, de que o PT deveria ter agido antes para impedir a candidatura de Eduardo Campos à Presidência. Ele afirma que a decisão sobre ser candidato ou não cabe ao governador de Pernambuco.

Enquanto isso, o líder do PSB na Câmara Beto Albuquerque(RS) se insurgiu contra o qualificativo de ‘’ingrato’’ e ‘’traidor’’ que os petistas querem adotar como mote de campanha contra o governador Eduardo Campos e desabafou: 'Ser grato e leal não é agir com subserviência. Respeitar o PSB seria uma forma de gratidão pelo apoio que nós damos ao PT desde 1989'.

Já os potenciais candidatos à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) se encontraram há algumas semanas, em Brasília, durante discussão no Congresso sobre pacto federativo. Enquanto fotógrafos clicavam desenfreadamente a dupla, Eduardo sugeriu que os dois se encontrassem para discutir política.

‘’Mas tem de ser uma coisa reservada’’, disse Aécio. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que acompanhava a conversa dos dois, interveio:

‘’Meu pai dizia que, se você quer se encontrar com alguém sem ser visto, o único lugar é um instituto de cegos.’’

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