Donizeti: Protesto contra Kátia é "dor de cotovelo"

Ex-presidente do PT do Tocantins e primeiro suplente da senadora Kátia Abreu (PMDB), Donizeti Nogueira (PT) saiu em defesa da indicação de Kátia para o Ministério da Agricultura; "Desde o governo Lula a Agricultura fica com o agronegócio. Não sei por que a surpresa", disparou; ex-presidente estadual do PT chamou de "dor de cotovelo" as críticas contra Kátia e não vê qualquer incoerência ideológica na indicação de uma ruralista para o ministério de Dilma; "Eleição não é ideologia, é pragmatismo. O PT já resolveu isso em 1991"; "Estão reclamando porque ela é mulher e é do Tocantins, um Estado pequeno", concluiu

Ex-presidente do PT do Tocantins e primeiro suplente da senadora Kátia Abreu (PMDB), Donizeti Nogueira (PT) saiu em defesa da indicação de Kátia para o Ministério da Agricultura; "Desde o governo Lula a Agricultura fica com o agronegócio. Não sei por que a surpresa", disparou; ex-presidente estadual do PT chamou de "dor de cotovelo" as críticas contra Kátia e não vê qualquer incoerência ideológica na indicação de uma ruralista para o ministério de Dilma; "Eleição não é ideologia, é pragmatismo. O PT já resolveu isso em 1991"; "Estão reclamando porque ela é mulher e é do Tocantins, um Estado pequeno", concluiu
Ex-presidente do PT do Tocantins e primeiro suplente da senadora Kátia Abreu (PMDB), Donizeti Nogueira (PT) saiu em defesa da indicação de Kátia para o Ministério da Agricultura; "Desde o governo Lula a Agricultura fica com o agronegócio. Não sei por que a surpresa", disparou; ex-presidente estadual do PT chamou de "dor de cotovelo" as críticas contra Kátia e não vê qualquer incoerência ideológica na indicação de uma ruralista para o ministério de Dilma; "Eleição não é ideologia, é pragmatismo. O PT já resolveu isso em 1991"; "Estão reclamando porque ela é mulher e é do Tocantins, um Estado pequeno", concluiu (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Ex-presidente estadual do PT e primeiro suplente da senadora Kátia Abreu (PMDB), Donizeti Nogueira (PT) saiu nesa segunda-feira, 24, em defesa da indicação de Kátia para o Ministério da Agricultura. 

Apesar do espante repentino da esquerda e de boa parte do PT, Donizeti lembrou que a aliança com o PMDB no Tocantins foi aprovada praticamente por unanimidade no primeiro semestre e que a indicação da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) não é surpresa. 

"Apoiamos porque o PMDB estava apoiando a presidente Dilma (Rousseff). Houve um esforço muito grande da nossa parte para a eleição da senadora Kátia do mesmo jeito que houve um esforço dela para eleger a presidente Dilma", lembrou o dirigente petista ao Estado de S. Paulo. 

"Essa choradeira é muito mais dor de cotovelo do eixo que se considera mais desenvolvido do que qualquer outra coisa", disse Donizete. "Estão reclamando primeiro porque ela é mulher e segundo porque é do Tocantins, um Estado pequeno", concluiu.

PT e PMDB compuseram a aliança que elegeu o peemedebista Marcelo Miranda para o governo de Tocantins e reconduziu a futura ministra ao Senado. Com a ida de Kátia Abreu para o ministério, Nogueira assume a cadeira.

Indagado sobre uma possível incoerência ideológica na indicação de uma ruralista ferrenha para o ministério de Dilma, o dirigente petista foi taxativo. "Eleição não é ideologia, é pragmatismo. O PT já resolveu isso em 1991. Desde o governo Lula a Agricultura fica com o agronegócio. Não sei por que a surpresa".

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