Doria celebra vitória de Temer e se suicida politicamente

“Eu defendo o Brasil. Voto pelo Brasil e principalmente pela retomada do emprego”, disse o prefeito de São Paulo, João Doria, que comemorou a vitória de Michel Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros; com a declaração, Doria praticamente selou sua morte política, uma vez que Temer representa a destruição do Brasil e dos empregos; operação para salvá-lo custou pelo menos R$ 13,4 bilhões – mais do que o governo conseguirá arrecadar com o tarifaço da gasolina; desapontados com os rumos do PSDB, os economistas que formulam o pensamento neoliberal do partido ameaçam deixar a legenda

“Eu defendo o Brasil. Voto pelo Brasil e principalmente pela retomada do emprego”, disse o prefeito de São Paulo, João Doria, que comemorou a vitória de Michel Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros; com a declaração, Doria praticamente selou sua morte política, uma vez que Temer representa a destruição do Brasil e dos empregos; operação para salvá-lo custou pelo menos R$ 13,4 bilhões – mais do que o governo conseguirá arrecadar com o tarifaço da gasolina; desapontados com os rumos do PSDB, os economistas que formulam o pensamento neoliberal do partido ameaçam deixar a legenda
“Eu defendo o Brasil. Voto pelo Brasil e principalmente pela retomada do emprego”, disse o prefeito de São Paulo, João Doria, que comemorou a vitória de Michel Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros; com a declaração, Doria praticamente selou sua morte política, uma vez que Temer representa a destruição do Brasil e dos empregos; operação para salvá-lo custou pelo menos R$ 13,4 bilhões – mais do que o governo conseguirá arrecadar com o tarifaço da gasolina; desapontados com os rumos do PSDB, os economistas que formulam o pensamento neoliberal do partido ameaçam deixar a legenda (Foto: Leonardo Attuch)
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SP 247 – O prefeito de São Paulo, João Doria, comemorou a vitória de Michel Temer, que custou pelo menos R$ 13,4 bilhões.

“Eu defendo o Brasil. Voto pelo Brasil e principalmente pela retomada do emprego”, disse Doria.

Com a declaração, Doria praticamente selou sua morte política, uma vez que Temer representa a destruição do Brasil e dos empregos.

A operação para salvá-lo custou mais do que o governo conseguirá arrecadar com o tarifaço da gasolina.

Desapontados com os rumos do PSDB, os economistas que formulam o pensamento neoliberal do partido ameaçam deixar a legenda (leia aqui).

Abaixo, artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre a posição de Doria:

“Eu defendo o Brasil. Voto pelo Brasil e principalmente pela retomada do emprego”.

Não, não, a frase não é de um dos deputados temeristas  na votação de ontem,negando ao Supremo Tribunal Federal o direito de investigar o ocupante do Planalto pelas malas de dinheiro apanhadas pelo Rocha Loures.

É do prefeito João Dória, hoje, comemorando a impunidade de Michel Temer, no G1:

De acordo com o tucano, a decisão pelo prosseguimento ou não da denúncia tinha de ter um “olhar social”. “Eu entendo que a estabilidade política ajuda a recondução econômica do país. Quanto mais instabilidade política tiver, mais difícil de retomar a economia”, explicou.

Aquele deputado da tatuagem não imaginava que ia ganhar um concorrente chique como o prefeito de São Paulo disposto a se marcar assim com o sinal do “coiso”.

A coisa no PSDB está de mal a pior. Como a cara de pau de Dória.

Mala de dinheiro merece “olhar social”; morador de rua, não. Pra esse, polícia e jato d’água gelada.

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