Doria defende onda de privatização em SP

Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., defendeu uma onda de privatização de bens públicos na capital: parques, o autódromo de Interlagos, o estádio do Pacaembu e até ciclovias e corredores de ônibus; “Não faz sentido o Estado ser gordo e ineficiente como é”, disse em sabatina promovida nesta quarta-feira pelo SBT, UOL e Folha; ele revelou também que está usando recursos pessoais para bancar a sua campanha

Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., defendeu uma onda de privatização de bens públicos na capital: parques, o autódromo de Interlagos, o estádio do Pacaembu e até ciclovias e corredores de ônibus; “Não faz sentido o Estado ser gordo e ineficiente como é”, disse em sabatina promovida nesta quarta-feira pelo SBT, UOL e Folha; ele revelou também que está usando recursos pessoais para bancar a sua campanha
Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., defendeu uma onda de privatização de bens públicos na capital: parques, o autódromo de Interlagos, o estádio do Pacaembu e até ciclovias e corredores de ônibus; “Não faz sentido o Estado ser gordo e ineficiente como é”, disse em sabatina promovida nesta quarta-feira pelo SBT, UOL e Folha; ele revelou também que está usando recursos pessoais para bancar a sua campanha (Foto: Roberta Namour)

247 – O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., defendeu uma onda de privatização de bens públicos na capital: parques, o autódromo de Interlagos, o estádio do Pacaembu e até ciclovias e corredores de ônibus.

“Não faz sentido o Estado ser gordo e ineficiente como é”, disse em sabatina promovida nesta quarta-feira pelo SBT, UOL e Folha.

Ele revelou também que está usando recursos pessoais para bancar a sua campanha. Estimou que gastará cerca de R$ 20 milhões na campanha.

Ele é o postulante mais rico na disputa municipal, com patrimônio superior a R$ 170 milhões. Mas, nega ter abusado do poder econômico para ganhar as prévias do PSDB, como acusou o ex-tucano e pré-candidato do PSD a prefeito, Andrea Matarazzo. “Não houve compra de voto, houve excesso de voto”, ironizou.

Doria negou ainda ter sido favorecido por seu padrinho político, Geraldo Alckmin, em contratos de publicidade do governo paulista com uma editora de seu grupo empresarial. “Não houve nenhum favorecimento nisso, não vejo nada de ilegítimo nisso”, disse – assista aqui.

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