Doria e a lei em causa própria: um ano de segurança privada grátis

"João Doria deu um imenso tiro no pé", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O decreto que assinou, segundo a Folha de S. Paulo, concedendo aos 'ex-prefeitos" de São Paulo, por um ano, os serviços de segurança dos policiais-militares cedidos à municipalidade, para sua segurança e a de sua família, durante um ano depois de deixar o cargo (inclusive para candidatar-se ao Governo do Estado) é de uma estupidez exemplar"; "É um arrogante, que acha que, em nome do 'coxismo' o paulistano engole qualquer coisa"

"João Doria deu um imenso tiro no pé", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O decreto que assinou, segundo a Folha de S. Paulo, concedendo aos 'ex-prefeitos" de São Paulo, por um ano, os serviços de segurança dos policiais-militares cedidos à municipalidade, para sua segurança e a de sua família, durante um ano depois de deixar o cargo (inclusive para candidatar-se ao Governo do Estado) é de uma estupidez exemplar"; "É um arrogante, que acha que, em nome do 'coxismo' o paulistano engole qualquer coisa"
"João Doria deu um imenso tiro no pé", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O decreto que assinou, segundo a Folha de S. Paulo, concedendo aos 'ex-prefeitos" de São Paulo, por um ano, os serviços de segurança dos policiais-militares cedidos à municipalidade, para sua segurança e a de sua família, durante um ano depois de deixar o cargo (inclusive para candidatar-se ao Governo do Estado) é de uma estupidez exemplar"; "É um arrogante, que acha que, em nome do 'coxismo' o paulistano engole qualquer coisa" (Foto: Leonardo Lucena)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - João Doria deu hoje um imenso tiro no pé.

Até agora podia dizer que sua vida de luxo e riqueza se devia ao seu sucesso profissional, muito embora tenha financiado, com juros subsidiados, o seu jatinho de R$ 44 milhões no BNDES.

O decreto que assinou, segundo a Folha de S. Paulo, concedendo aos ‘ex-prefeitos” de São Paulo, por um ano, os serviços de segurança dos policiais-militares cedidos à municipalidade, para sua segurança e a de sua família, durante um ano depois de deixar o cargo (inclusive para candidatar-se ao Governo do Estado) é de uma estupidez exemplar.

Será que quem tem um avião de R$ 44 milhões não pode, na campanha, pagar um ou dois seguranças?

Mas Doria se concedeu quatro policiais militares e até mais, se o seu sucessor, prestimoso, quiser  providenciar um reforço.

O decreto do prefeito só tem um destinatário: ele próprio, porque todos os demais ex-prefeitos paulistanos já deixaram o cargo há mais de um ano.

É legislar em causa própria na veia.

Acaba de criar o “auxílio-meganha”.

Não é apenas um abusado e imoral no uso do poder público.

É um arrogante, que acha que, em nome do “coxismo” o paulistano engole qualquer coisa.

 

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