Doria e Alckmin deixam cracolândia sob gritos de “fascistas” e “higienistas”

Anúncio de construção de novas moradias populares na região da cracolândia, em São paulo, por parte do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24), foi cancelado após os gestores serem chamados de "fascistas" e higienistas" por manifestantes; protesto aconteceu menos de 24 horas após uma ação de demolição realizada na área da cracolândia pela prefeitura resultar em um desabamento que deixou três pessoas feridas

Anúncio de construção de novas moradias populares na região da cracolândia, em São paulo, por parte do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24), foi cancelado após os gestores serem chamados de "fascistas" e higienistas" por manifestantes; protesto aconteceu menos de 24 horas após uma ação de demolição realizada na área da cracolândia pela prefeitura resultar em um desabamento que deixou três pessoas feridas
Anúncio de construção de novas moradias populares na região da cracolândia, em São paulo, por parte do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24), foi cancelado após os gestores serem chamados de "fascistas" e higienistas" por manifestantes; protesto aconteceu menos de 24 horas após uma ação de demolição realizada na área da cracolândia pela prefeitura resultar em um desabamento que deixou três pessoas feridas (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 - O anúncio de construção de novas moradias populares na região da cracolândia, em São paulo, por parte do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (24), foi cancelado após os gestores serem chamados de "fascistas" e higienistas" por manifestantes. Alguns dos manifestantes relataram terem sido agredidos por seguranças do governador. Protesto aconteceu menos de 24 horas após uma ação de demolição realizada na área da cracolândia pela prefeitura resultar em um desabamento que deixou três pessoas feridas.

A ação para acabar com a cracolândia teve início no domingo, quando a polícia desencadeou uma operação que dispersou os usuários de drogas e prendeu diversos traficantes que atuavam no local. Os usuários, porém, se dispersaram pelas ruas do centro e promoveram diversos furtos, roubos, saques e arrastões nas imediações. A ação foi condenada pelo Ministério Público e por entidades que lidam com dependentes químicos.

Após a operação policial, Doria chegou a comemorar o que chamou de fim da cracolândia. Já Alckmin foi mais cuidadoso e disse que a ação era o primeiro passo para acabar com o problema. As divergências, agravadas por disputas internas no comando do PSDB, acabaram por abrir uma rusga entre os dois tucanos. A coletiva para anunciar as ações habitacionais também era uma tentativa de colocar panos quentes para conter a crise entre eles.

 

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