Doria: PSDB precisa acalmar os ânimos e de novos nomes na direção

Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), defendeu que a legenda antecipe para outubro a realização da convenção partidária, marcada para setembro, para escolher o novo presidente do partido; segundo ele, é preciso "acalmar os ânimos" entre as alas que defendem o senador e presidente afastado da legenda, Aécio Neves (MG), e o senador e presidente interino, Tasso Jereissati (CE); "O partido precisa de serenidade, acalmar um pouco os ânimos, antecipar (a convenção nacional) de dezembro para outubro e permitir uma oxigenação na executiva, abrindo espaço para prefeitos eleitos em 2016, parlamentares novos", disse

Brasília - O prefeito eleito de São Paulo, João Doria, se reúne com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília - O prefeito eleito de São Paulo, João Doria, se reúne com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

São Paulo 247 - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), defendeu que a legenda antecipe para outubro a realização da convenção partidária, marcada para setembro, para escolher o novo presidente do partido. Segundo ele, é preciso "acalmar os ânimos" entre as alas que defendem o senador e presidente afastado da legenda, Aécio Neves (MG), e o senador e presidente interino, Tasso Jereissati (CE). Para Doria, é preciso uma renovação dos quadros da direção do PSDB.

"O partido precisa de serenidade, acalmar um pouco os ânimos, antecipar (a convenção nacional) de dezembro para outubro e permitir uma oxigenação na executiva, abrindo espaço para prefeitos eleitos em 2016, parlamentares novos. Um time jovem, compondo com figuras históricas" afirmou." Numa nova eleição ele (Aecio) não estará disputando. E teremos um novo presidente. É preciso ter renovação também no PSDB", completou.

Apesar das viagens por vários estados do Brasiil nos últimos dias, Dpria negou que esteja disputando espaço com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para viabilizar ser o candidato tucano à Presidência da República em 2018. "Minha relação com ele (Alckmin) é a melhor possível. Não vou competir com ele. Não disputo com Geraldo Alckmin", assegurou.

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