Doria reabre shopping fechado por pirataria

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), decidiu reabrir o Shopping 25 de Março, no centro de São Paulo, dois meses depois de ele ser lacrado em uma megaoperação contra a pirataria; empreendimento, famoso ponto de venda de produtos falsificados, pertence a Law Kin Chong, que já foi preso sob acusação de ser um dos maiores contrabandistas do País; decisão de reabrir o espaço gerou embate dentro da própria gestão Doria -e foi um dos motivos para a demissão de Fabio Lepique da secretaria-adjunta de Prefeituras Regionais; ligado ao vice-prefeito, Bruno Covas, Lepique protestou contra as articulações para a reabertura do shopping

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), decidiu reabrir o Shopping 25 de Março, no centro de São Paulo, dois meses depois de ele ser lacrado em uma megaoperação contra a pirataria; empreendimento, famoso ponto de venda de produtos falsificados, pertence a Law Kin Chong, que já foi preso sob acusação de ser um dos maiores contrabandistas do País; decisão de reabrir o espaço gerou embate dentro da própria gestão Doria -e foi um dos motivos para a demissão de Fabio Lepique da secretaria-adjunta de Prefeituras Regionais; ligado ao vice-prefeito, Bruno Covas, Lepique protestou contra as articulações para a reabertura do shopping
O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), decidiu reabrir o Shopping 25 de Março, no centro de São Paulo, dois meses depois de ele ser lacrado em uma megaoperação contra a pirataria; empreendimento, famoso ponto de venda de produtos falsificados, pertence a Law Kin Chong, que já foi preso sob acusação de ser um dos maiores contrabandistas do País; decisão de reabrir o espaço gerou embate dentro da própria gestão Doria -e foi um dos motivos para a demissão de Fabio Lepique da secretaria-adjunta de Prefeituras Regionais; ligado ao vice-prefeito, Bruno Covas, Lepique protestou contra as articulações para a reabertura do shopping (Foto: Giuliana Miranda)
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SP 247 - A gestão João Doria (PSDB) decidiu liberar a reabertura nos próximos dias do Shopping 25 de Março, no centro de São Paulo, dois meses depois de ele ser lacrado em megaoperação contra a pirataria.

O secretário municipal de Justiça, Anderson Pomini, prevê a assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) nesta terça-feira (14). Nele, os donos se comprometem a não vender produtos ilegais, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento.

O centro comercial foi fechado pela prefeitura em setembro, após a Receita Federal identificar que comerciantes que alugavam os boxes vendiam produtos piratas.

A decisão gerou embate dentro da própria gestão Doria -e foi um dos motivos para a demissão de Fabio Lepique da secretaria-adjunta de Prefeituras Regionais. Ligado ao vice-prefeito, Bruno Covas, Lepique protestou contra as articulações de Pomini para a reabertura do shopping. 

No final de outubro, Thomas Law, filho do proprietário do shopping, Law Kin Chong, retomou a negociação com a gestão Doria, por intermédio de Pomini. Segundo apurou a Folha, Law sugeriu a revalidação do TAC antes da entrega de todos os documentos exigidos, mas enfrentou resistência.

As informações são de reportagem de Thais Bilenky e Giba Bergamin Jr na Folha de S.Paulo.

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