E agora, Amorim? Sergipe é 4º Estado mais transparente do país

Tema quase onipresente nos discursos da oposição, sobretudo nos do senador Eduardo Amorim (PSC), a suposta falta de transparência do governo de Sergipe, acaba de cair por terra; estudo divulgado nesta sexta (15), da Controladoria Geral da União, denominado "Escala Brasil Transparente" deu nota nota 9,31, de uma escala de 0 a 10 a Sergipe, ficando atrás apenas dos estados de São Paulo e Ceará – que tiveram nota máxima, e do Paraná, com 9,72; a nota foi definida da seguinte forma: regulamentação da Lei de Acesso (25%) e efetiva existência e atuação do Serviço de Informação ao Cidadão (75%)

Tema quase onipresente nos discursos da oposição, sobretudo nos do senador Eduardo Amorim (PSC), a suposta falta de transparência do governo de Sergipe, acaba de cair por terra; estudo divulgado nesta sexta (15), da Controladoria Geral da União, denominado "Escala Brasil Transparente" deu nota nota 9,31, de uma escala de 0 a 10 a Sergipe, ficando atrás apenas dos estados de São Paulo e Ceará – que tiveram nota máxima, e do Paraná, com 9,72; a nota foi definida da seguinte forma: regulamentação da Lei de Acesso (25%) e efetiva existência e atuação do Serviço de Informação ao Cidadão (75%)
Tema quase onipresente nos discursos da oposição, sobretudo nos do senador Eduardo Amorim (PSC), a suposta falta de transparência do governo de Sergipe, acaba de cair por terra; estudo divulgado nesta sexta (15), da Controladoria Geral da União, denominado "Escala Brasil Transparente" deu nota nota 9,31, de uma escala de 0 a 10 a Sergipe, ficando atrás apenas dos estados de São Paulo e Ceará – que tiveram nota máxima, e do Paraná, com 9,72; a nota foi definida da seguinte forma: regulamentação da Lei de Acesso (25%) e efetiva existência e atuação do Serviço de Informação ao Cidadão (75%) (Foto: Valter Lima)
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ASN - Sergipe é o quarto estado brasileiro mais transparente do Brasil. A informação é da Controladoria Geral da União, que lançou nesta sexta-feira, 15, a Escala Brasil Transparente (EBT). Pela metodologia, Sergipe alcançou a nota 9,31, de uma escala de 0 a 10, ficando atrás apenas dos estados de São Paulo e Ceará – que tiveram nota máxima, e do Paraná, com 9,72.

A Escala Brasil Transparente (EBT) foi lançada em comemoração aos três anos de vigência da Lei de Acesso à Informação. A metodologia, criada pela Controladoria, avalia o grau de cumprimento às normas de Lei de Acesso (Lei 12.527/2011).

No total, foram analisados 492 municípios com até 50 mil habitantes, incluindo todas capitais, além dos 26 estados e do Distrito Federal. Todos os entes avaliados receberam uma nota de 0 a 10 pontos, calculada pela soma de dois critérios: regulamentação da Lei de Acesso (25%) e efetiva existência e atuação do Serviço de Informação ao Cidadão (75%). A ideia da metodologia é refletir sobre o cenário de transparência em todo o país.

Em âmbito municipal, Apiúna (SC) e São Paulo (SP) receberam nota dez. Contudo, 63% dos municípios avaliados tiraram nota zero e cerca de 23%, entre um e dois. Apenas sete municípios, tiraram notas entre nove e dez (1,4%), sendo cinco da região sul. No caso das capitais, os três mais transparentes foram São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Brasília (DF), com notas 10; 9,31; e 8,89, respectivamente. Macapá (PA), Porto Velho (RO) e São Luís (MA) não pontuaram.

Com o resultado da EBT, a Controladoria busca aprofundar o monitoramento da transparência pública e gerar um acompanhamento das ações realizadas por estados e municípios. Ainda no 2º semestre deste ano, a Controladoria pretende realizar nova avaliação da EBT. A expectativa é ampliar a amostra e também permitir a inscrição para os municípios que queiram ser avaliados pela CGU.

Métrica

O diferencial da metodologia criada pela CGU é a verificação da efetividade da Lei de Acesso, pois foram feitas solicitações reais de acesso à informação em diversas áreas de governo, a fim de verificar o desempenho e o cumprimento às normas legais. Dessa forma, a métrica primou pela efetividade dos pedidos de acesso (transparência passiva).

A amostra foi obtida a partir de uma seleção aleatória para os municípios com até 50 mil habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2014. A avaliação ocorreu apenas no Poder Executivo do ente. Foi reservado um percentual aproximado de 9% para municípios de cada estado. Também foram incluídas na amostra todas as capitais, bem como todos os estados e o Distrito Federal.

 

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