E-mails da OAS usados como prova não tratam Lula como dono do triplex

Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP); Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa; eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial"; em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final

Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP); Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa; eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial"; em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final
Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP); Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa; eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial"; em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final (Foto: Aquiles Lins)
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Jornal GGN - Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP).

Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa. Eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial". Em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final.

Em seu depoimento a Moro, Pinheiro, pretenso delator, disse que acertou com João Vaccari e Paulo Okamotto que a unidade seria entregue à família de Lula. O ex-presidente disse que chegou a visita o imóvel com Marisa Letícia, sua esposa, mas desistiu de comprar o apartamento em meados de 2014, antes de virar réu na Lava Jato.

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Em um comentário protocolar explicando as mensagens acima, Lula é citado como "suposto" dono do triplex.

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Pinheiro também entregou uma agenda onde consta encontros com Paulo Okamotto e João Vaccari. Veja aqui.

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