“É preciso materialização de provas”, diz Mourão sobre julgamento de Lula

O pré-candidato a governador do Tocantins pelo PT, o deputado estadual Paulo Mourão estará nesta quinta-feira (25), em São Paulo para o lançamento da candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República; Mourão disse acreditar "com todas as suas convicções" na inocência do ex-presidente; "É preciso materialização de provas em benefício do agente passivo", afirmou

O pré-candidato a governador do Tocantins pelo PT, o deputado estadual Paulo Mourão estará nesta quinta-feira (25), em São Paulo para o lançamento da candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República; Mourão disse acreditar "com todas as suas convicções" na inocência do ex-presidente; "É preciso materialização de provas em benefício do agente passivo", afirmou
O pré-candidato a governador do Tocantins pelo PT, o deputado estadual Paulo Mourão estará nesta quinta-feira (25), em São Paulo para o lançamento da candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República; Mourão disse acreditar "com todas as suas convicções" na inocência do ex-presidente; "É preciso materialização de provas em benefício do agente passivo", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O pré-candidato a governador do Tocantins pelo PT, o deputado estadual Paulo Mourão estará nesta quinta-feira (25), em São Paulo para o lançamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. Mourão disse acreditar "com todas as suas convicções" na inocência do ex-presidente. Segundo o parlamentar, Lula é "inocente". "É preciso materialização de provas em benefício do agente passivo", afirmou.

O evento vai ocorrer independente do resultado do julgamento de Lula. Nesta quarta-feira, 24, o petista está sendo julgado em Porto Alegre, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no caso do triplex do Guarujá. Lula já havia sido condenado sem provas em primeira instância jurídica pelo juiz Sergio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão.

Nesta quarta, o desembargador Pedro Gebran Neto, relator do recurso de Lula no TRF-4, aumentou a pena para 12 anos e um mês de prisão. "Infelizmente, se está condenando um ex-presidente da República", disse (leia aqui).

O Ministério Público Federal denunciou Lula, em setembro de 2016, acusando o petista de ter recebido R$ 3,7 milhões em benefício próprio da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012, através de um triplex no Guarujá (SP).

Mas o procurador Henrique Pozzobon admitiu não existir "prova cabal" de que o petista é "proprietário no papel" do tripléx. 

"Precisamos dizer desde já que, em se tratando da lavagem de dinheiro, ou seja, em se tratando de uma tentativa de manter as aparências de licitude, não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento, pois justamente o fato de ele não figurar como proprietário do tríplex, da cobertura em Guarujá é uma forma de ocultação, dissimulação da verdadeira propriedade", disse o procurador.

O ex-presidente já havia publicado no site do Instituto Lula um dossiê completo em que disponibiliza todos os documentos referentes ao apartamento. Foram publicados seus contratos com a Bancoop, sua declaração de Imposto de Renda, a declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral e os contratos que compravam a desistência da ex-primeira-dama Marisa Letícia em continuar com o imóvel (veja aqui).

 

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