“É uma vitória minúscula e uma derrota maiúscula”, diz Guimarães

Em depoimento publicado nas redes sociais, o deputado federal José Guimarães (PT-CE) classificou a aprovação em primeira discussão da PEC 241 como “uma vitória minúscula e uma derrota maiúscula”. “Quem vai perder com essa PEC é aquele que precisa do Mais Médicos, de um posto de saúde funcionando, do Instituto Federal, da vaga do Fies, do Pronatec, da vaga na universidade pública”, declarou o parlamentar, que convocou o povo brasileiro a resistir e lutar contra a aprovação da medida no segundo turno ou no Senado

Em depoimento publicado nas redes sociais, o deputado federal José Guimarães (PT-CE) classificou a aprovação em primeira discussão da PEC 241 como “uma vitória minúscula e uma derrota maiúscula”. “Quem vai perder com essa PEC é aquele que precisa do Mais Médicos, de um posto de saúde funcionando, do Instituto Federal, da vaga do Fies, do Pronatec, da vaga na universidade pública”, declarou o parlamentar, que convocou o povo brasileiro a resistir e lutar contra a aprovação da medida no segundo turno ou no Senado
Em depoimento publicado nas redes sociais, o deputado federal José Guimarães (PT-CE) classificou a aprovação em primeira discussão da PEC 241 como “uma vitória minúscula e uma derrota maiúscula”. “Quem vai perder com essa PEC é aquele que precisa do Mais Médicos, de um posto de saúde funcionando, do Instituto Federal, da vaga do Fies, do Pronatec, da vaga na universidade pública”, declarou o parlamentar, que convocou o povo brasileiro a resistir e lutar contra a aprovação da medida no segundo turno ou no Senado (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - O deputado José Guimarães (PT-CE) comentou, em vídeo publicado nas redes sociais, a aprovação em primeira discussão da PEC 241, que estabelece um limite para os gastos públicos para os próximos 20 anos. Para ele, da maneira que foi aprovada, a medida compromete o estado social e o a grande vítima será a população. “É uma vitória minúscula e uma derrota maiúscula. Quem perdeu foi o povo brasileiro”, declarou.

“É um duro golpe na nossa constituição, que estabeleceu os parâmetros do SUS, da Educação, e daquilo tudo que construímos nesses anos todos, essa rede de proteção social. Quem vai perder com essa PEC é aquele que precisa do Mais Médicos, de um posto de saúde funcionando, do Instituto Federal, da vaga do Fies, do Pronatec, da vaga na universidade pública. É aquele que mais precisa do estado e das políticas públicas para estabelecer a melhoria da sua vida”.

O deputado avalia, no entanto, que ainda há meios de reverter a situação. “Não é definitivo por que ainda temos um caminho até chegar ao Senado Federal. Nós temos que atuar em três frentes. Em primeiro, na mobilização nas redes sociais. Em segundo, no contato direto com cada parlamentar, em todos os lugares. Em terceiro, no trabalho aqui dentro, na disputa política, mostrando que essa PEC é um desserviço ao povo brasileiro. (…) Não temos que ficar de cabeça baixa, muito pelo contrário. Meu otimismo é a resistência, é a luta. O país precisa se mobilizar para derrotarmos essa PEC, ou no segundo turno ou no Senado Federal”, disse. 

Confira o depoimento aqui

 

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