Eduardo Cunha apoia PEC que legaliza o Simve

Em Goiânia, onde participou de fórum sobre segurança pública, presidente da Câmara Federal ressaltou seu apoio à utilização de jovens egressos das Forças Armadas nas polícias estaduais; “É obvio que é muito mais barato e dá ocupação a esses jovens treinados pelas Forças Armadas, evitando que sejam usados para o crime"; governador Marconi Perillo utilizou o Simve em Goiás, mas o STF considerou a ação inconstitucional e o Estado foi obrigado a dispensar 2,3 mil homens da PM

Em Goiânia, onde participou de fórum sobre segurança pública, presidente da Câmara Federal ressaltou seu apoio à utilização de jovens egressos das Forças Armadas nas polícias estaduais; “É obvio que é muito mais barato e dá ocupação a esses jovens treinados pelas Forças Armadas, evitando que sejam usados para o crime"; governador Marconi Perillo utilizou o Simve em Goiás, mas o STF considerou a ação inconstitucional e o Estado foi obrigado a dispensar 2,3 mil homens da PM
Em Goiânia, onde participou de fórum sobre segurança pública, presidente da Câmara Federal ressaltou seu apoio à utilização de jovens egressos das Forças Armadas nas polícias estaduais; “É obvio que é muito mais barato e dá ocupação a esses jovens treinados pelas Forças Armadas, evitando que sejam usados para o crime"; governador Marconi Perillo utilizou o Simve em Goiás, mas o STF considerou a ação inconstitucional e o Estado foi obrigado a dispensar 2,3 mil homens da PM (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), revelou seu apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tem como objetivo a legalização Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (Simve), considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.

Em palestra no Fórum de Cidadania e Segurança Pública, e em entrevista, na manhã de desta sexta-feira, no Hotel Mercury, Cunha disse que o governador Marconi Perillo fala, muito acertadamente, do aproveitamento dos homens do Simve na Segurança Pública.

Trata-se, segundo Cunha, de uma medida acertada, sobretudo porque aproveita a experiência de jovens treinados pelas Forças Armadas, por um lado, e evita que esses mesmos jovens sejam cooptados pelo crime organizado.

“É obvio que é muito mais barato e dá ocupação a esses jovens treinados pelas Forças Armadas, evitando que sejam usados para o crime. Apoio plenamente essa PEC e vamos fazer o que for possível para fazê-la (seguir em frente), para que a gente dê essa autorização legislativa”.

Em entrevista, Cunha reafirmou seu ponto de vista, e avisou que já pediu ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça que o envie a situação da PEC, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), para que paute possa andar. “É preciso da admissibilidade (da CCJ), e depois a comissão precisa aprovar para (a proposta) ir a plenário. Da minha parte, farei o que for possível para ser aprovada”, disse o presidente da Câmara.

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