Eduardo defende seu pai: ‘não vamos pré-julgar’

O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) rebateu informações divulgadas de que o Ministério Público Federal está investigando suposto desvio de verbas da saúde, durante o governo do seu pai, Siqueira Campos, entre os anos de 2012 e 2014; “Não tenho procuração e ela não precisa de mim para se defender, mas sobre a ex­-secretária Vanda Paiva, tenho a mais absoluta certeza, que ela vai sair ilesa dessas acusações. Todos os promotores a conhecem, professora universitária, mestre de outras matérias e uma mulher simples, dedicada. Errar todos erram, mas não vamos pré-­julgar”, afirmou Siqueira

O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) rebateu informações divulgadas de que o Ministério Público Federal está investigando suposto desvio de verbas da saúde, durante o governo do seu pai, Siqueira Campos, entre os anos de 2012 e 2014; “Não tenho procuração e ela não precisa de mim para se defender, mas sobre a ex­-secretária Vanda Paiva, tenho a mais absoluta certeza, que ela vai sair ilesa dessas acusações. Todos os promotores a conhecem, professora universitária, mestre de outras matérias e uma mulher simples, dedicada. Errar todos erram, mas não vamos pré-­julgar”, afirmou Siqueira
O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) rebateu informações divulgadas de que o Ministério Público Federal está investigando suposto desvio de verbas da saúde, durante o governo do seu pai, Siqueira Campos, entre os anos de 2012 e 2014; “Não tenho procuração e ela não precisa de mim para se defender, mas sobre a ex­-secretária Vanda Paiva, tenho a mais absoluta certeza, que ela vai sair ilesa dessas acusações. Todos os promotores a conhecem, professora universitária, mestre de outras matérias e uma mulher simples, dedicada. Errar todos erram, mas não vamos pré-­julgar”, afirmou Siqueira (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) rebateu, nesta terça-feira (19), informações divulgadas de que o Ministério Público Federal está investigando suposto desvio de verbas da saúde, durante o governo do seu pai, Siqueira Campos, entre os anos de 2012 e 2014.

“Não tenho procuração e ela não precisa de mim para se defender, mas sobre a ex­-secretária Vanda Paiva, tenho a mais absoluta certeza, que ela vai sair ilesa dessas acusações. Todos os promotores a conhecem, professora universitária, mestre de outras matérias e uma mulher simples, dedicada. Errar todos erram, mas não vamos pré-­julgar”, disse Eduardo Siqueira.

De acordo com o democrata, fazendo uma conta matemática simples, é possível chegar à conclusao de que não há possibilidade de desvio. “É muito simples, se temos a comprovação de que o Estado gasta ao ano cerca de 90% com folha de pagamento e o que é arrecadado para a saúde é R$ 1 bilhão por ano, como pode haver um desvio desse valor que está apontado na investigação [R$ 4 bilhões]? Penso que esses dados devem ser melhor avaliados”, acrescentou.

Em defesa ao seu pai, o parlamentar afirmou que “o dano à imagem é irreparável, aos 88 anos e desses, 52 vividos no Tocantins, José Wilson Siqueira Campos não tem nenhuma condenação e sempre foi respeitado em todos os 139 municípios". "Deixamos o governo com obras em andamento e ouvi aqui que tiraram recursos do HGP para outra rubrica. Se tirou dinheiro de contrato, o Banco do Brasil também terá que ser responsabilizado, porque um empréstimo para obra pública deve ter comprovado seu início, meio e fim”.

Acusações

Conforme publicou o 247, uma auditoria do Sistema Único de Saúde e do Ministério Público Federal (MPF) constatou um suposto desvio de R$ 4 bilhões na saúde pública do Tocantins. O valor envolve o dano causado aos cofres públicos e a multa pelas irregularidades. O esquema envolveu gestores públicos e 13 empresas durante o governo de Siqueira Campos, entre 2012 e 2014. 

As investigações são uma extensão da Operação Pronto-Socorro deflagrada em 2014 pela Polícia Federal. Na época, a ação resultou na prisão da ex-secretária estadual da Saúde, Vanda Paiva, e de outros gestores da pasta. Além disso, foram apreendidos centenas de contratos da pasta.

Depois da operação, os auditores permaneceram em Tocantins para fazer uma investigação mais detalhada. Eles analisaram 151 processos de pagamentos feitos sem licitação. Parte destes pagamentos, cerca de 23, foi autorizada pelo próprio governador da época, Siqueira Campos.

"Houve uma estrutura montada com as principais figuras da Secretaria de Saúde, junto com o governador do estado, para adquirir medicamentos e produtos hospitalares sem licitação, os quais eram superfaturados e muitas vezes não eram entregues e para beneficiar determinadas empresas", afirmou a procuradora da República, Renata Batista.

O MPF informou que dos R$ 666 milhões repassados pelo Governo Federal entre 2012 e 2014, R$ 475 milhões foram gastos de forma irregular.

Centenas de remédios foram adquiridos com valores exorbitantes, como o medicamento "Manitol", que é um diurético para pacientes com problemas renais, foi comprado com 9.000% de superfaturamento.

Siqueira responde

O ex-governador do Tocantins Siqueira Campos informou que está "absolutamente tranquilo" após as denúncia de que na usa gestãoEm nota, o ex-governador disse que "não ter participado e nem compactua com qualquer atividade que venha a lesar os cofres públicos".

"O ex-governador apoia toda e qualquer investigação e mantém sua posição de vida pública transparente, reiterando que suas fontes de renda seguem sendo suas duas aposentadorias, INSS e Câmara Federal, sendo que da última, dois terços são destinados ao pagamento de pensão à ex-primeira-dama Aureny Siqueira Campos".

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