Educação municipal já marca indicativo de greve

Prefeito Iris Rezende (PMDB) pode ter que enfrentar uma greve já no seu terceiro mês de governo; nesta quarta-feira houve reunião em frente à sede da Secretaria Municipal de Educação, em Goiânia, e professores e trabalhadores administrativos decidiram que irão paralisar o serviço na próxima quarta-feira (15) em protesto às mudanças previstas na proposta de Reforma da Previdência do governo federal; como deliberação da assembleia, a categoria resolveu marcar para o dia 6 de abril novo encontro, já com indicativo de greve

Prefeito Iris Rezende (PMDB) pode ter que enfrentar uma greve já no seu terceiro mês de governo; nesta quarta-feira houve reunião em frente à sede da Secretaria Municipal de Educação, em Goiânia, e professores e trabalhadores administrativos decidiram que irão paralisar o serviço na próxima quarta-feira (15) em protesto às mudanças previstas na proposta de Reforma da Previdência do governo federal; como deliberação da assembleia, a categoria resolveu marcar para o dia 6 de abril novo encontro, já com indicativo de greve
Prefeito Iris Rezende (PMDB) pode ter que enfrentar uma greve já no seu terceiro mês de governo; nesta quarta-feira houve reunião em frente à sede da Secretaria Municipal de Educação, em Goiânia, e professores e trabalhadores administrativos decidiram que irão paralisar o serviço na próxima quarta-feira (15) em protesto às mudanças previstas na proposta de Reforma da Previdência do governo federal; como deliberação da assembleia, a categoria resolveu marcar para o dia 6 de abril novo encontro, já com indicativo de greve (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O prefeito Iris Rezende (PMDB) pode ter que enfrentar uma greve já no seu terceiro mês de governo. O Jornal Opção destaca que houve reunião na manhã desta quarta-feira (8), em frente à sede da Secretaria Municipal de Educação, em Goiânia, e professores e trabalhadores administrativos decidiram que irão paralisar o serviço na próxima quarta-feira (15) em protesto às mudanças previstas na proposta de Reforma da Previdência do governo federal.

Como deliberação da assembleia, a categoria resolveu marcar para o dia 6 de abril novo encontro, já com indicativo de greve. Durante este tempo, os profissionais devem tentar diálogo com a Prefeitura de Goiânia, que tem recusado atender a classe.

A categoria também reclama o pagamento correto do piso nacional dos professores por parte da prefeitura da Capital. Outra reivindicação é o chamamento de todos os concursados da educação. O sindicato afirma que o prefeito tem priorizado contratos temporários ao invés de chamar os aprovados no certame.

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