Eleição em SP vai definir relevância de MDB e PSDB

Rejeitados pelo eleitor no cenário nacional, restou aos partidos PSDB e MDB a disputa pelo maior colégio eleitoral do país; Paulo Skaf (MDB) lidera a corrida eleitoral para o governo de São Paulo e Doria, com sua imensa rejeição, segue ainda na disputa, em segundo lugar; o resultado da eleição paulista, ainda não definido, deve ter impacto na reorganização partidária que se anuncia no horizonte

Eleição em SP vai definir relevância de MDB e PSDB
Eleição em SP vai definir relevância de MDB e PSDB (Foto: World Economic Forum/Mattias Nutt | Flávio Florido/SEBRAE)
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247 - Rejeitados pelo eleitor no cenário nacional, restou aos partidos PSDB e MDB a disputa pelo maior colégio eleitoral do país. Paulo Skaf (MDB) lidera a corrida eleitoral para o governo de São Paulo e Doria, com sua imensa rejeição, segue ainda na disputa, em segundo lugar. O resultado da eleição paulista, ainda não definido, deve ter impacto na reorganização partidária que se anuncia no horizonte.  

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "após três eleições definidas em primeiro turno, a disputa pelo governo de São Paulo deve levar os únicos dois partidos vencedores no Estado, desde a redemocratização, a uma batalha direta, em segundo turno, pelo controle do maior colégio eleitoral do País. E, desta vez, com um ingrediente a mais: com dificuldades no pleito nacional, a expectativa é de que PSDB e MDB cheguem lá fora da corrida presidencial, o que faz a eleição paulista ainda mais decisiva para o futuro das duas legendas".

A matéria ainda sublinha: "caso confirmado nas urnas, o resultado do duelo entre PSDB e MDB em São Paulo vai determinar qual dos dois partidos terá mais influência sobre a população brasileira. As pesquisas de intenção de voto mostram que hoje o MDB elegeria quatro governadores – contra sete, em 2014 – e governaria um total de 63,8 milhões de pessoas, contando os 45 milhões de paulistas. Já o PSDB, se perder o Estado, pode até manter o mesmo total de cinco governos eleitos há quatro anos, mas perderia 37,6 milhões de pessoas sob seu guarda-chuva".

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