Eleição OAB-GO: primeiro debate acirra campanha

Foi realizado na tarde desta quinta-feira, no estúdio da Vinha FM, o primeiro debate com os candidatos à presidência da OAB Goiás; eleição ocorre no dia 27 de novembro; mediado pelo radialista Altair Tavares, o debate se concentrou na troca de perguntas entre os três candidatos: Flávio Buonaduce, Enil Henrique Filho e Lúcio Flávio Paiva; terceiro bloco ficou marcado pelo confronto entre Enil e Lúcio; candidato da oposição disse que havia rombo financeiro na Ordem e que Portal da Transparência é insuficiente; atual presidente, Enil negou crise financeira e que rombo não foi provado; assista à íntegra

Foi realizado na tarde desta quinta-feira, no estúdio da Vinha FM, o primeiro debate com os candidatos à presidência da OAB Goiás; eleição ocorre no dia 27 de novembro; mediado pelo radialista Altair Tavares, o debate se concentrou na troca de perguntas entre os três candidatos: Flávio Buonaduce, Enil Henrique Filho e Lúcio Flávio Paiva; terceiro bloco ficou marcado pelo confronto entre Enil e Lúcio; candidato da oposição disse que havia rombo financeiro na Ordem e que Portal da Transparência é insuficiente; atual presidente, Enil negou crise financeira e que rombo não foi provado; assista à íntegra
Foi realizado na tarde desta quinta-feira, no estúdio da Vinha FM, o primeiro debate com os candidatos à presidência da OAB Goiás; eleição ocorre no dia 27 de novembro; mediado pelo radialista Altair Tavares, o debate se concentrou na troca de perguntas entre os três candidatos: Flávio Buonaduce, Enil Henrique Filho e Lúcio Flávio Paiva; terceiro bloco ficou marcado pelo confronto entre Enil e Lúcio; candidato da oposição disse que havia rombo financeiro na Ordem e que Portal da Transparência é insuficiente; atual presidente, Enil negou crise financeira e que rombo não foi provado; assista à íntegra (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Foi realizado na tarde desta quinta-feira, no estúdio da Vinha FM, o primeiro debate com os candidatos à presidência da OAB Goiás. A eleição ocorre no dia 27 de novembro. Mediado pelo radialista e apresentador Altair Tavares, o debate se concentrou na troca de perguntas entre os três candidatos: Flávio Buonaduce, Enil Henrique Filho e Lúcio Flávio Paiva.

O registro das chapas foi finalizado no dia 20 e o debate é um marco de acirramento na campanha. No primeiro bloco, Lúcio Flávio centrou suas críticas na questão financeira da Ordem em Goiás, afirmando existir um rombo na entidade e que até existe dinheiro, mas que os recursos precisa ser canalizados de maneira correta.

Enil negou que exista um rombo nas contas da OAB e que o Portal da Transparência mostra que tudo "está coreto". Enil, que é o atual presidente, insinuou ligações do grupo OAB Forte, de Buonaduce, com o governo do Estado. 

Buonaduce disse que a OAB deve ser suprapartidária, que busca apoio de todas as instituições e cidadãos e que apoio não quer dizer dependência. "Os apoios que temos são valorosos e não tenho vergonha de receber apoio, nosso projeto é aberto".

No segundo bloco, a história do grupo OAB Forte, que há 25 anos comanda a Ordem, dominou o debate. Buoanduce lembrou as realizações do grupo, disse que trata as propostas de forma concreta e que lembrou que Lúcio prega renovação, mas a chapa de oposição é composta por diversos nomes que já pertenceram à OAB Forte.

O candidato da oposição rebateu que renovação não se faz só com pessoas, mas sim com ideias e projetos e que os ex-OAB Forte agora enxergam o grupo de outra forma. Enil disse que tem orgulho de ter participado da construção do grupo OAB Forte e afirmou que o candidato a vice de Lúcio era da OAB Forte.

O último bloco foi marcado pelo confronto entre Enil e Lúcio Flávio. O oposicionista voltou a citar a existência de um rombo financeiro na instituição. Enil novamente negou e disse que este rombo não foi provado. "A resposta foi criar o Portal da Transparência para provar que não havia irregularidades". "Não existe rombo na OAB Goiás, existem pessoas mal intencionadas que querem fazer disso um ato politiqueiro".

Na tréplica, Lúcio afirmou que o Portal não passa de janela e que só foi instituído depois de uma ação civil pública do Ministério Público Federal. 

Veja o debate na íntegra pela DGTV:

 

 

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