Elias Rosa: Resolução da crise é um exame de consciência

Procurador-geral de Justiça de São Paulo Márcio Fernando Elias Rosa afirma que a crise é um indicativo de interrupção de um processo evolutivo; segundo ele, devemos corrigir o sistema político-partidário, sistema de representação, de financiamento de campanha; “O modo como o poder econômico se relaciona com o poder político. O Brasil por vezes tanto o interesse público quanto o interesse político são capturados pelo interesse econômico”, diz

Procurador-geral de Justiça de São Paulo Márcio Fernando Elias Rosa afirma que a crise é um indicativo de interrupção de um processo evolutivo; segundo ele, devemos corrigir o sistema político-partidário, sistema de representação, de financiamento de campanha; “O modo como o poder econômico se relaciona com o poder político. O Brasil por vezes tanto o interesse público quanto o interesse político são capturados pelo interesse econômico”, diz
Procurador-geral de Justiça de São Paulo Márcio Fernando Elias Rosa afirma que a crise é um indicativo de interrupção de um processo evolutivo; segundo ele, devemos corrigir o sistema político-partidário, sistema de representação, de financiamento de campanha; “O modo como o poder econômico se relaciona com o poder político. O Brasil por vezes tanto o interesse público quanto o interesse político são capturados pelo interesse econômico”, diz (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o procurador-geral de Justiça de São Paulo Márcio Fernando Elias Rosa, a crise é um indicativo de interrupção de um processo evolutivo e só pode ser útil se for rápida e superada.

“Nós podemos sair melhor da crise, o Brasil pode sair melhor da crise. Não precisa necessariamente retroceder. Basta que saibamos corrigir os desacertos. O que não pode é tentar sair da crise sem corrigir os desacertos. Porque nós vamos incidir na mesma crise em pouco tempo”, disse ele, em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’. “A resolução da crise é um exame de consciência e um conserto para que não incida na mesma armadilha.”

Elias Rosa, que deixa o cargo após quatro anos no posto máximo do Ministério Público do Estado nesta segunda-feira, 11, afirma que devemos corrigir o sistema político-partidário, sistema de representação, de financiamento de campanha. “O modo como o poder econômico se relaciona com o poder político. O Brasil por vezes tanto o interesse público quanto o interesse político são capturados pelo interesse econômico”, diz – leia aqui.

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