Em BH, Defensoria tenta suspender novas tarifas

A Defensoria Pública de Minas Gerais informou que ajuizou uma Ação Cautelar Incidental para suspender o último aumento de tarifas de ônibus em Belo Horizonte; a principal tarifa passou de R$ 3,40 para R$ 3,70, um aumento de 8%; foi a segunda alta de preços em menos de seis meses; de acordo com o órgão, o novo reajuste não poderia ocorrer, já que a última alta é questionada na Justiça; em nota, a defensora pública Júnia Roman Carvalho disse "a suspensão da liminar não autoriza novo aumento"

A Defensoria Pública de Minas Gerais informou que ajuizou uma Ação Cautelar Incidental para suspender o último aumento de tarifas de ônibus em Belo Horizonte; a principal tarifa passou de R$ 3,40 para R$ 3,70, um aumento de 8%; foi a segunda alta de preços em menos de seis meses; de acordo com o órgão, o novo reajuste não poderia ocorrer, já que a última alta é questionada na Justiça; em nota, a defensora pública Júnia Roman Carvalho disse "a suspensão da liminar não autoriza novo aumento"
A Defensoria Pública de Minas Gerais informou que ajuizou uma Ação Cautelar Incidental para suspender o último aumento de tarifas de ônibus em Belo Horizonte; a principal tarifa passou de R$ 3,40 para R$ 3,70, um aumento de 8%; foi a segunda alta de preços em menos de seis meses; de acordo com o órgão, o novo reajuste não poderia ocorrer, já que a última alta é questionada na Justiça; em nota, a defensora pública Júnia Roman Carvalho disse "a suspensão da liminar não autoriza novo aumento" (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - A Defensoria Pública de Minas Gerais informou nesta sexta-feira (8) que ajuizou uma Ação Cautelar Incidental para suspender o último aumento de tarifas de ônibus em Belo Horizonte. A principal tarifa passou de R$ 3,40 para R$ 3,70, um aumento de 8%. Foi a segunda alta de preços em menos de seis meses. De acordo com o órgão, o novo reajuste não poderia ocorrer, já que a última alta é questionada na Justiça. 

Em nota, a defensora pública Júnia Roman Carvalho disse "a suspensão da liminar não autoriza novo aumento". "Não há bases sólidas para incidir um novo aumento das tarifas até o julgamento do agravo”, disse em nota.

Na semana passada, o Ministério Público (MP-MG) protocolou uma ação contra o reajuste.

O MPMG trabalha com três cenários. No primeiro deles, caso fosse aplicada a inflação dos últimos 12 meses para o reajuste, o aumento deveria considerar o preço reajustado em dezembro de 2014, que era de R$ 3,10.

Em um segundo cenário, ele explicou que, se for ter como base o preço de R$ 3,40, deveria ser considerada a inflação a partir de agosto de 2015.

Por fim, em uma terceiro cenário seria que fosse aguardado até o segundo semestre de 2016 para fazer outra elevação de preços.

 

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