Em BH, público repudia Cunha em show de Caetano

Depois da “estréia” no Circo Voador, no Rio, foi a vez dos mineiros mostrarem ódio ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB), durante o show de Caetano Veloso, em Belo Horizonte; durante a canção “Odeio Você", o público complementava gritando "Cunha"

Depois da “estréia” no Circo Voador, no Rio, foi a vez dos mineiros mostrarem ódio ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB), durante o show de Caetano Veloso, em Belo Horizonte; durante a canção “Odeio Você", o público complementava gritando "Cunha"
Depois da “estréia” no Circo Voador, no Rio, foi a vez dos mineiros mostrarem ódio ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB), durante o show de Caetano Veloso, em Belo Horizonte; durante a canção “Odeio Você", o público complementava gritando "Cunha" (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Depois da “estréia” no Circo Voador, no Rio, foi a vez dos mineiros mostrarem ódio ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB), durante o show de Caetano Veloso, em Belo Horizonte. Na terça-feira (8), durante a canção “Odeio Você", o público complementava gritando "Cunha". 

O parlamentar pode ser cassado pelo Conselho de Ética da Câmara por ter dito que não tinha contas no exterior, mas que foi confirmada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Depois de manobras feitas por Cunha para adiar a votação da sua cassação, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) emitiu nota dizendo estar "pronta para ir ao STF com uma ação para garantir o funcionamento adequado do Conselho de Ética, caso isso seja necessário" (leia mais aqui).

Outra acusação não investigada pelo conselho, mas que pesa contra o peemedebista é suspeita de ter recebido propina R$ 45 milhões do BTG, do ex-controlador André Esteves, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), acusado de obstruir as investigações. É o que aponta um documento apreendido pela PGR.

Cunha também é investigado por recebimento de propina relativa à contratação de navios-sonda pela Petrobras Em delação premiada, o empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, investigado na 'Lava Jato', confirmou que o parlamentar recebeu US$ 5 milhões em um contrato de navios-sonda da estatal.

O presidente da Câmara negas as acusações.

Assista, agora, ao vídeo em que o público mineiro repudia o congressista:

 

 
 

 

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