Em BH, servidores da saúde, educação e transporte confirmam adesão à greve

Servidores dos setores de escolas públicas, unidades de saúde, transporte coletivo, Correios e bancos prometem adesão à greve geral que acontece na próxima sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo Michel Temer; a Polícia Civil deve funcionar em escala mínima, com 30%, de acordo com o sindicato da categoria; a paralisação, que é nacional, deverá ser a maior do País dos últimos 30 anos, de acordo com estimativas das associações trabalhistas

Servidores dos setores de escolas públicas, unidades de saúde, transporte coletivo, Correios e bancos prometem adesão à greve geral que acontece na próxima sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo Michel Temer; a Polícia Civil deve funcionar em escala mínima, com 30%, de acordo com o sindicato da categoria; a paralisação, que é nacional, deverá ser a maior do País dos últimos 30 anos, de acordo com estimativas das associações trabalhistas
Servidores dos setores de escolas públicas, unidades de saúde, transporte coletivo, Correios e bancos prometem adesão à greve geral que acontece na próxima sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo Michel Temer; a Polícia Civil deve funcionar em escala mínima, com 30%, de acordo com o sindicato da categoria; a paralisação, que é nacional, deverá ser a maior do País dos últimos 30 anos, de acordo com estimativas das associações trabalhistas (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Servidores dos setores de escolas públicas, unidades de saúde, transporte coletivo, Correios e bancos prometem adesão à greve geral que acontece na próxima sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo Michel Temer. A Polícia Civil deve funcionar em escala mínima, com 30%, conforme sindicato da categoria. A greve é nacional. A paralisação deverá ser a maior do País dos últimos 30 anos, de acordo com estimativas das associações trabalhistas. 

A Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG) informou que sindicatos representantes de rodoviários, servidores da área da saúde, policiais civis, bancários e professores das redes estadual e municipal da capital e Região Metropolitana já indicaram que vão cruzar os braços nesta sexta-feira. 

“A nossa expectativa é que cada trabalhador pare suas atividades na sexta”, afirmou Beatriz Cerqueira, presidente da CUT-MG e coordenadora geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais (Sind-UTE). As entrevistas desta matéria foram publicadas no jornal Hoje em Dia.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), Israel Arimar, cerca de 50 mil trabalhadores da capital devem paralisar as atividades. Os postos de saúde devem fechar as portas e as UPAs e o Hospital Odilon Behrens devem funcionar com 30% da capacidade. “Mas, pode ser que mais trabalhadores queiram aderir à greve e pode ser que algumas unidades de saúde funcionem com menos de 30% dos funcionários previstos por lei”, disse.

A proposta de reforma da Previdência aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Depois o governo recuou, e passou a propor a idade mínima de 62 anos para mulheres. Segundo o governo, para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador terá de contribuir durante 40 anos e não mais 49 como estava previsto inicialmente.

No caso do reforma trabalhista, os principais pontos são a possibilidade de que, nas negociações entre patrão e empregado, os acordos coletivos tenham mais valor do que o previsto na legislação; terceirização até das atividades fim de qualquer setor (em uma fábrica de caminhões a atividade fim é a produção desses veículos e a atividade-meio seria, por exemplo, a limpeza da fábrica); parcelamento das férias em até três períodos à escolha da empresa; jornada de trabalho até 12 horas diárias; e jornada intermitente de trabalho, ou seja, a prestação de serviços de forma descontínua, podendo alternar períodos em dia e hora - neste caso, o emprego não tem horário fixo de trabalho. 

 

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